Vai ter Copa? Então, queremos um programa do Marcelo Adnet na Copa do Mundo!

Toda Copa na TV é a mesma coisa. “Errres” sendo puxados”, mesas redondas revendo o mesmo gol setenta vezes e mil tabelas prevendo o futuro da competição. Mas esse ano, a Copa é no Brasil! Tem que ser do nosso jeitinho divertido! E quem melhor pode representar isso na TV que O CARA Marcelo Adnet? Sabe, aquele sobrancelhudo, apaixonado pelo Botafogo, que cresceu jogando altinha na praia e, além de ser uma quase enciclópedia humana de hinos, sabe fazer os próprios hinos em qualquer improvisação.. Então, nós aqui do ADNETRIP estamos lançando a ideia “Queremos um programa do Adnet na Copa do Mundo”! Que tal uma provinha de quão incrível esse programa podia ser?

 

#QueremosUmProgramaDoAdnetNaCopaDoMundo

Colaboração: Kati Vianna :)

“Tá No Ar” satiriza “Friends” e revolta evangélicos.

Tá No Ar satiriza Friends e revolta evangélicos.    ta no ar tv

O momento mais aguardado do “Tá no Ar: A TV na TV”, da Globo, desta quinta-feira (22) foi a sátira da série americana “Friends” que, nas mãos de Marcelo Adnet e Marcius Melhem, passou a ser chamar “Crentes”. O quadro foi anunciado momentos antes do programa entrar no ar e causou alvoroço nas redes sociais. Evangélicos se revoltaram através da internet criticando a brincadeira feita pelos humoristas.

“Zoar os crentes é bom, só tente lembrar disso quando forem pedir oração a eles!”, dizia um dos comentários.

“Esse povo que fica zoando os crentes, inclusive os do ‘Tá no Ar’, fiquem sabendo que vocês vão tudo pro inferno.”

Na abertura do quadro, até mesmo a música original ganhou uma paródia na qual a frase do refrão “I’ll be there for you/when the rain starts to pour” se tornou “Pago o dízimo/10% para o pastor”.

 

 

Por outro lado, outros internautas criticaram a postura dos evangélicos perante à sátira. Os comentários através do Twitter recriminaram a hipocrisia deles. “Quer dizer que os crentes estão ofendidos com a sátira? Mas eles tbm morreram de rir com a Galinha preta não é… É aqui a hipocrisia tour?”, questiona

 

 

Fonte: UOL

‘A melhor forma de aproveitar Marcelo Adnet é abrindo espaço para o imprevisível’

A melhor forma de aproveitar Marcelo Adnet é abrindo espaço para o imprevisível   2014

RIO – No filme “Um convidado bem trapalhão’’, de 1968, o comediante Peter Sellers vive um ator indiano que, chamado por engano a uma festa da alta casta de Hollywood, acaba por transformar o evento, reservado, numa balbúrdia. É assim que Marcelo Adnet se sente desde que desembarcou na Rede Globo, em fevereiro do ano passado.

— O Peter Sellers chega na festa que está armada e faz coisas que não deveria fazer, mas que, no fundo, tornam a festa legal — teoriza. — As pessoas passaram décadas dizendo que na Globo certo tipo de humor era proibido. E a gente está fazendo o que até então era proibido.

Adnet se refere ao programa “Tá no Ar” — parceria sua com o ator Marcius Melhem e o diretor Maurício Farias —, que estreou há um mês na emissora e no site GShow. A atração, que simula um espectador zapeando diante da TV, tem conquistado sucesso unânime de público e crítica. No GLOBO, a colunista Patrícia Kogut falou em “sutileza” e “humor de fina cepa”. No UOL, o jornalista Maurício Stycer sublinhou a “crítica rápida, mas certeira dos absurdos da TV”.

O leque de tipos satirizados é vasto. Estão lá o político corrupto (a quem é dedicado um jingle que só fala verdades); o PM carioca (que ganha um programa de entrevistas onde tortura seus convidados) e o VIP paulistano (que, em prol da saúde alheia, oferece cocaína “descocainada” em sua boate).

Mas o pulo do gato está na crítica à televisão dentro do canal que, há 50 anos, exerce o status quo da televisão. Pense em Zeca Camargo e Thadeu Schmidt. Há um personagem que, afetado, emula todos os trejeitos de apresentadores do “Fantástico”. Pense em William Bonner e Evaristo Costa. Uma esquete mostra o drama de um apresentador de telejornal que, pelo tom informal de seus comentários, acaba criticado ao vivo pelos companheiros de bancada.

O programa ainda faz trocadilhos com anunciantes — Friboi vira Freebofe — e, cereja do bolo, insere de surpresa um raivoso militante pernambucano para chamar a Globo de “retrógrada”, “censora” e “ditatorial”.

— Fechamos um conceito de não fazer paródia direta de pessoas, mas de gêneros. A televisão tem formatos específicos, perfis de apresentadores, tipos de comerciais. Não vai haver ninguém caracterizado de Faustão — explica Adnet, reiterando que quadro nenhum foi encomendado ou embargado pela emissora. — A ideia do pernambucano tive numa mesa de bar, vendo a imitação de um amigo. A sátira com os anúncios são mais uma homenagem do que uma crítica. Se tiver que dar problema, vai dar depois.

O “Tá no Ar’’, que estreou com dez pontos no Ibope, tornou-se, na primeira semana, um dos cinco programas mais vistos da Globo na internet, sem contar a repercussão nas redes sociais, terreno fértil para a acidez do texto do humorístico.

Marcelo França Adnet é filho da atriz Regina Cocchiarale com o músico Chico Adnet. Seu tio por parte de mãe, o filósofo Fernando Cocchiarale, foi curador do Museu de Arte Moderna do Rio. Seu tio por parte de pai, o arranjador Mario Adnet, foi responsável por regravar a obra do compositor Moacyr Santos.

Morou da infância à adolescência num apartamento pequeno, no Humaitá. Dividiu o quarto com a irmã, Luiza, até se mudar para São Paulo. Fez a primeira imitação — de um puxador de escola de samba — por volta dos 5 anos de idade. Vestiu a primeira fantasia — de Nélson Merru, político caricato que prometia limpar o país com um espanador — na mesma época.

Botafoguense fanático, tem vasto repertório sobre os locutores da época de ouro do rádio — um dos muitos temas a figurar na sua gaveta de “interesses absurdos”, como define. Já dedicou igual empenho à história da Astronomia, ao aprendizado do xadrez, aos pormenores da Guerra da Bósnia. Agora, está ancorado na memorização de hinos nacionais. Já sabe de cor o da Holanda (“Tem a letra mais antiga do mundo”), o do Japão (“A harmonia mais antiga”) e o da Guatemala (“Foi escrito por um poeta cubano. Quando ele estava morrendo, a população marchou em direção ao hospital cantando”).

Poliglota, fala espanhol com sotaques de México, Cuba, Argentina e dos filmes do Almodóvar. Também sabe bósnio e russo — língua que aprendeu aos 14 anos, em casa, por conta própria. Diz que a Zona Sul dos anos 1990 era “excessivamente americanizada”.

— As pessoas ouviam dance music, viajavam para Orlando, aprendiam inglês na escola. Quando resolviam estudar uma língua fora da escola, escolhiam o quê? Inglês! — esbraveja. — Como sempre me senti descolado dos grandes grupos, resolvi estudar o lado B.

O tradutor João Polessa Dantas, seu amigo de infância, diz que Adnet é “antes de qualquer coisa, um linguista”:

— O tesão que ele tem nas coisas é o sotaque. Até como imitador, ele é linguista. A vontade de imitar começa pela musicalidade das vogais.

Em 2010, após passar férias em Aruba, Adnet resolveu aprender papiamento. Mistura de português, espanhol, inglês e holandês, a língua (que origina do verbo “papear”) é falada por 300 mil pessoas — um vigésimo da população da capital fluminense.

— É a única língua caribenha que não copia o colonizador — ele elogia. — Estudei pelo YouTube, gravei uma música com o Biggy Boy, um cantor de Aruba. Pretendo abrir uma produtora de vídeos em papiamento.

Diz que a razão não é mercadológica:

— Aprendi porque gosto, porque me abre uma nova vida. Não vou pelo pensamento do objetivo. Me apaixonei pela Bósnia e por Aruba. São manias às quais permito me entregar.

A quem duvidar, há vídeos de Adnet falando papiamento, espanhol e bósnio no YouTube. Seu amigo João Polessa Dantas diz que, além da “inteligência excepcional”, Adnet é “dono de um conhecimento vertical’’:

— Ele não é o cara que sabe tudo en passant. De vez em quando vira especialista num assunto e não para até a obsessão passar. Na infância foi o russo. Agora, o papiamento. Teve a época da Guerra da Bósnia: sabe quantas pessoas morreram em cada cidade, o nome de cada general.

Dantas conta que o interesse pela república dos Bálcãs surgiu quando Adnet escreveu a palavra “zenas’’ na busca do YouTube:

— Ele estava procurando coisas do Zenas Emprovisadas e caiu num vídeo em bósnio. Para qualquer pessoa, a reação seria: “Não é o que eu quero, vou fechar.” Para ele foi uma nova paixão.

Adnet confirma:

— Žena é mulher em bósnio.

Formado em Jornalismo pela PUC, Marcelo Adnet era assessor de imprensa de uma gravadora quando subiu num palco pela primeira vez, em 2003. O convite para participar do espetáculo “Z.É. — Zenas Emprovisadas”, partiu do comediante Fernando Caruso, seu amigo de adolescência e, à época, companheiro de universidade.

— Conheci o Adnet numa festa em que ele ficou criando funks — lembra Caruso. — No palco, ele depositou o que já fazia socialmente. Foi bem na estreia, mas não tinha noção de teatro. Ficava de costas para a plateia, fora da luz.

Em meses, o espetáculo — que não tem roteiro e é baseado em improvisações — explodiu. Do Café Cultural, com capacidade para 60 pessoas, passou ao Planetário (120), depois ao Teatro dos Quatro (400) e, por fim, ao Vivo Rio (1.800). Em 2005, ganhou o Shell — mais importante prêmio de dramaturgia no país. Neste ano, o quarteto — que ainda conta com Gregório Duvivier e Rafael Queiroga — passará por Natal e Maceió.

O ator Alexandre Regis — que participa da peça como convidado desde o primeiro ano — diz que a capacidade de Adnet para o improviso era, já no início, “uma coisa espantosa’’:

— Os quatro eram crianças. E o Adnet já se destacava por ter essa veia potencializada. Não o vejo como um grande ator, mas na onda do improviso não tem quem se compare.

Nova estética a partir do improviso

Regis acredita que ao unir situações discrepantes (como Joel Santana entoando o hino do Botafogo em inglês), Adnet inventou uma estética:

— As pessoas já imitavam o Silvio Santos, mas ninguém imitava o Silvio Santos cantando Guns N’ Roses. Isso era tão óbvio! Mas genial é a pessoa que descobre o óbvio antes de todo mundo.

A chegada de Adnet à Globo, no ano passado, seguiu o roteiro básico da estrela da MTV que às vezes perde o rumo na TV aberta. De início, ele protagonizou a série “O Dentista Mascarado’’, fracasso de crítica escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado. Em seguida, passou a fazer aparições esporádicas no “Fantástico’’, às vezes imitando Galvão Bueno, às vezes parodiando Ney Matogrosso. Fernando Caruso diz que “a melhor forma de aproveitar o Marcelo é abrindo espaço para o imprevisível, como agora no ‘Tá no Ar’’’.

Assim foi quando ele começou na MTV, em 2008, apresentando o “15 minutos”— programa ambientado num estúdio igual ao seu quarto, onde o humorista atendia a pedidos que chegavam em sua caixa de e-mail. A atração fez a (baixa) audiência da MTV aumentar em 40%. Adnet virou o carro-chefe da emissora e passou a ser assediado pela Globo.

— Logo virou uma bola de neve, porque ele era muito maior do que imaginávamos — lembra Zico Góes, ex-diretor da MTV. — Foi difícil manter ele lá por cinco anos. Ficou caro, saiu totalmente do padrão de gasto da MTV. Resistimos bravamente a algumas investidas, oferecemos programas… Como a grana não ia ser muito diferente, ele sentia que mais valia a liberdade.

A partir de então vieram o “Furfles”, o “Adnet ao vivo” e o “Comédia MTV”(este em companhia de Tatá Werneck, Paulinho Serra e Dani Calabresa, com quem é casado desde 2010). Dispondo de uma equipe e de um mínimo de orçamento, a criatividade do humorista deslanchou.

No “Comédia”, Adnet compôs e gravou os clipes de “Gaiola das Cabeçudas” — um trocadilho com o grupo Gaiola das Popozudas, em que misturava melodias de funk com nomes de pensadores — e “Indiretas Já”, uma paródia de “Roda Viva”, de Chico Buarque. Passou, também, a imitar pastores evangélicos, paulistanos endinheirados, jornalistas esportivos, músicos do Restart e outros tipos — como o cineasta Arnaldo Jabor — até então imunes ao cardápio de sátiras do humor nacional. Seus vídeos chegaram a ser vistos um milhão de vezes no YouTube.

— Fiquei honrado — diz Jabor (o verdadeiro). — Ele copia o meu ritmo. Ninguém entende porra nenhuma do que o personagem fala. É genial. O Adnet não é um ator, é um grande showman.

Em julho passado, um mês após o fim de “O Dentista Mascarado”, Marcius Melhem se aproximou de Adnet. Humorista com 12 anos de Rede Globo, Melhem tinha uma ideia de programa que, intuía, teria a ver com o perfil do novato. À dupla juntaram-se o diretor Maurício Farias, o ator Bruno Mazzeo — que acabou abandonando o projeto — e sete redatores.

— Sempre quis fazer algo que retratasse o universo da TV — explica Melhem. — Isso tinha acontecido pela última vez com o “TV Pirata”, numa época em que só havia seis canais e o controle remoto não fazia parte do nosso dia a dia. A TV mudou muito. Achei que era o palco para o Adnet brilhar.

No piloto, o programa misturava várias mídias — TV, celular, rádio. Segundo Adnet, o grupo logo percebeu que “algo ainda estava frouxo’’.

— As cenas mais interessantes eram as que diziam respeito ao universo da TV. Tiramos o resto e falamos: “Agora temos alguma coisa.’’ — conta. — Fechamos que seria um formato de mudança de canais.

Desde a estreia, em abril, o programa manteve a média de dez pontos no Ibope. Já produziu quadros icônicos, como a Galinha Preta Pintadinha e o jingle literal do político corrupto, cuja letra ensina: “O candidato quer passar a imagem de que é amado por toda a gente/Coloca chapéu de engenheiro e aponta pra frente.’’

Adnet diz que, ao entrar na Globo, o seriado de Fernanda Young e Alexandre Machado já estava pronto, à sua espera:

— Tenho que trabalhar. O projeto tinha gente talentosa. Cobram de mim uma vaidade, uma estética, uma perfeição. Se a crítica não gostou, ótimo, é democracia.

Rechaça a avaliação de que tardou a imprimir a própria marca na emissora:

— Não acho que demorou. Acho que saiu rápido demais. Entrei na Globo em fevereiro, comecei com o projeto em julho. Cinco meses é pouco tempo para ser um convidado trapalhão.

E desabafa:

— Na época da MTV a torcida era a favor. Quando assinei com a Globo, virou contra. As pessoas torcem para quem está vindo, não para quem chegou. Mas agora vão ter que se dobrar, porque o programa é bom.

Aos 32 anos, Adnet mora mais uma vez com a mãe e a irmã no Humaitá (Dani Calabresa continua em São Paulo, onde apresenta o “CQC”; os dois ainda estão casados). Pretende alugar um apartamento assim que terminarem as gravações desta temporada.

Circula de camiseta, bermuda e chinelo. Costuma jantar nos arredores da Cobal. Ainda que insista em sair, não consegue fugir da vida de celebridade.

— Um ano atrás, fui gravar uma cena na praia, para um filme do Bruno Mazzeo — conta. — Tinham quatro paparazzi fotografando. A notícia que saiu era: “Marcelo Adnet exibe barriguinha em Ipanema.” Não sou galã, nunca quis ser! Tenho todo direito de ter barriga!

Fama, falta de tato social e facebook

Desde então, tem evitado ir à praia:

— Gosto de jogar altinho com meus amigos, mas cada vez mais alguém me interrompe para tirar foto. A minha presença tem atrapalhado. Dá uma certa culpa.

Adnet reclama ainda que a fama o fez perder “o tato social”:

— Quando andava na rua dez anos atrás e uma mulher me olhava fixamente, eu pensava: “Essa mulher está a fim de mim.” Se alguém me olha hoje, já não sei o que pensar. Não sei se está me fazendo um favor, ou se está me fazendo um favor porque quer algo em troca. Todo mundo que trabalha com artes cênicas precisa observar tipos, manias, gírias, tendências. Mas você passa de observador a observado. Perde muita coisa, vira um corpo estranho no meio da sociedade.

O perfil no Facebook, deixou para trás.

— Hoje, opinião é acessório, como se fosse um brinco — diz. — Se morreu um índio não sei onde, você tem que escrever um texto. Mas você sabe o que é Kayová? Já foi lá? Óbvio que tem que preservar o índio. Isso é uma coisa. A outra é levantar bandeira contra a construção de uma hidrelétrica no Pará. É de uma pretensão a pessoa sentada num sofá, vendo pay per view, se posicionar sobre isso.

Dentre os ídolos, cita Buñuel, Magritte, Peter Sellers, Monty Python. Na TV, quando não vê jogos do Botafogo, acompanha leilões de gado. Elogia o “Porta dos Fundos’’, mas diz não se arriscar na internet por já estar “na missão da TV”.

E que missão é essa?

— A TV precisa de opinião, autoralidade, pensamento — responde. — Não tenho a pretensão de educar, mas isso acontece indiretamente. Quando fiz o “Gaiola das Cabeçudas”, posso ter despertado uma curiosidade. Quando você faz um programa que sacaneia todo mundo, contagia a pessoa a sacanear. Quando faz um programa que tem bunda e mulher sarada, contagia a mulher a malhar e ter uma bunda gigante.

Ele continua o raciocínio:

— Falo em missão por mostrar um modelo, por tratar a televisão de uma maneira direta e ácida. Agora os marqueteiros vão ter que pensar antes de fazer o próximo jingle. Não vão mais botar o ator negro com o índio, com a catarinense, com o político no bandejão (situações que ele ironiza na música).

O “Tá no Ar’’ termina em 5 de junho. Dez dias depois, Adnet tem compromisso. Estará no Maracanã, assistindo à partida entre Bósnia e Argentina pela Copa do Mundo.

— A Bósnia tinha um hino — explica. — Mas quando a guerra acabou e o país se dividiu em dois, fizeram um novo. Tentaram botar uma letra, mas a população sérvia barrou. Quando tocam o hino atual, a torcida canta o antigo por cima.

É assim que ele pretende se portar:

— Também vou cantar o antigo. Vai ser um jogo histórico.

Fonte: O Globo

Marcelo Adnet e Marcius Melhem gravam paródia de vinheta da Globo

Rio – Marcelo Adnet e Marcius Melhem estão podendo. Os humoristas gravaram quinta-feira, a paródia da música ‘Um Novo Tempo’ — aquela que a Globo exibe em sua programação no final do ano, com o elenco da casa — com um time estelar, que inclui nomes como Regina Duarte, Mateus Solano, Ingrid Guimarães, Bruno Mazzeo, Thiago Fragoso, Ricardo Tozzi, Maria Flor, Felipe Abib, Roberta Rodrigues, Giovanna Lancellotti, Fernanda Paes Leme, Fernanda Rodrigues, Débora Lamm, Leandro Hassum, Maria Clara Gueiros e o diretor Maurício Farias. A brincadeira será exibida no ‘Tá no Ar: A TV na TV’, no 9º e último episódio da temporada, dia 5 de junho.

Fonte: O Dia