Além de enviar-nos várias fotos para nossas Galerias, Marcela Rodrigues enviou-nos há algum tempo seu depoimento de fã incondicional de Marcelo Adnet. Ontem tornou-se membro de dezenove comunidades do orkut relacionadas a ele, e já participava de outras 72 também relacionadas, e por aí vai…

Por Marcela Rodrigues
Eu conheci o Adnet nas minhas férias de Janeiro de 2009, fui pra Vitória- ES. Era de noite no horário do 15, eu estava passando os canais e parei na mtv, vi um cara muito PERFEITO num quarto todo bagunçado e um doidinho de máscara todo avulso do lado. Parei pra assistir, achei o máximo, muito engraçado, só que estava no final do programa, e eu não consegui ver o nome do programa pra poder assistir de novo.
Depois eu voltei pra casa ( em Belo Horizonte- MG ) e nem lembrei mais do programa. Depois de um tempo, eu adorava e ainda adoro o programa do jô. Quando foi 25/07 ( nunca vou esquecer desta data ), eu nem sabia que o Adnet ia la, fui ver o programa como outro qualquer. Quando vi aquele SER perfeito do lado do jô *—-* … Lembrei das minhas férias, e fiquei me perguntando, seria o sobrancelhudo do quarto bagunçado? HUUM? Fiquei sem saber, se era ele ou não. Vi o programa até o final, achei PERFEITO !!! Muiito ENGRAÇADO, fui procurar no google esse tal de MARCELO ADNET e achei uma foto dele no 15 min, com o kiabbo, confirmei que era ele mesmo depois de uns dias, fui procurando no google mais sobre ele, uns vídeos no youtube… fui me apaixonando cada vez mais.
Procurei os trabalhos que ele fazia, uns programas que já participou, na tv, teatro… Achei o Z.É. vi uns vídeos, entrei no site pra saber mais sobre eles, simplesmente AMEEI!! E é claro que nessa altura eu já tinha colocado MTV lá em casa ( foi a primeira coisa que eu fiz ), nisso descobri que ele ia participar do VMB 2009, amei essa idéia, não tinha pessoa melhor pra colocarem! Vi o VMB todinho, e ameei … até hoje eu ainda do uma espiadinha nos vídeos que tem no youtube!
Quando eu descobri que ele viria aqui em BH dia 18/10 fazer um stand-up no Minascentro simplesmente PIREEEEI!! Queria ir de QUALQUER JEITO. Só que era pra maiores de 14 anos ( e eu tenho 12 ) e nesse dia era aniversário da minha prima, de 15 anos, não deu mesmo pra ir. Depois de chorar dias, fiquei esperando que ele viesse de novo ! *——-* E nada dele viir… ( queria morar em SP, pelo menos la tem algo que preste ¬¬’ )
Eu via e vejo o 15 minutos 21:45 todo dia, a reprise 00:30 TODO DIA e no sábado que repete os da semana, e vejo o Furfles sábado e a reprise quarta- feira! Não deixo de ver nem um dia, se não eu entro em depressão. Só vejo novela pra ver o comercial da volkswagen e dou gritos quando passa, e todo mundo tem que ficar quieto e calado, se nãao.. Nunca fui fã assim de alguém, acho que é a primeira vez, depois que conheci ele, nunca mais falei de outra coisa, as vezes meus amigos me xingam, porque eu não falo de outra coisa a não ser dele.
Meus pensamentos só dão ele, fico pensando o que ele deve estar fazendo nesse momento? Meus sonhos de conhece-lo pessoalmente, de ir ao Z.É.
Coloquei umas 1.000 fotos dele no meu celular, no meu orkut só da comunidade dele, vídeos, entro em todos os FC dele… É um amor que nunca será recíproco. É amar alguém que faz parte da sua vida, sabendo que você nunca fará parte da vida desta pessoa. É dizer “eu te amo” e receber em troca um pedaço de papel com a assinatura daquele a quem você admira. É dedicar horas àquela pessoa e ganhar um postal no fim do ano, ou aquela foto que você mostra orgulhoso, daqueles segundos em que ficou ao lado do artista preferido. Ser fã é encontrar no mundo alguém que você queria ser, alguém que você queria ter, é um modo simples de sentir-se menos só na vida. E quando alguem abraça aquela pessoa que você tanto admira, você sente que ela abraçou o seu mundo por alguns instantes.
Agora que o DVD do Z.É. esta à venda vou fazer de tudo pra comprar e eles vão vir aqui em BH , TOMARA que dê pra eu ir!! Mas até lá, vou ficar pensando nele a todo momento e esperando ele chegar… Eu sou cruzeirense desde pequena, mais depois que conheci o Adnet aprendi a ser botafoguense fanática ! São os times que nunca sairão do meu coração! CHEGA de escrever néh, ja devem ta cansados de tanto ler as baboseiras que eu escrevo aqui x)
Abraços, pessoal do Adnetrip aamoo voocees
D
Quer estampar as páginas do AdneTRIP!? As regras são simples: envie seu texto em uma lauda e modo word para contato@marceloadnet.blog.br juntamente com uma foto sua com Marcelo em boa resolução. O texto será avaliado por nós e quaisquer possíveis alterações serão comunicadas antes da postagem.
A promoção Bic Confort* elegeu Marcelo Adnet como o HOMEM BEM FEITO NA PAQUERA e premiou nossa leitora Carol Procópio com o Jantar nas Alturas. O sortudo Henrique Carneiro foi seu convidado de honra e, das alturas, gravou cada momentinho da façanha.
Confiram o vídeo e leiam o relato escrito a duas mãos!
Tudo começou quando eu, Carol, estava assistindo a MTV e passou o comercial da promoção Bic Homem Bem-Feito, em que um dos garotos propaganda era o meu ídolo Marcelo Adnet.
Assistindo ao comercial pela primeira vez, juro que entendi que o vencedor ganharia um jantar num evento chamado Dinner In The Sky com o Adnet. Então, fiquei dias respondendo as perguntas do site e assim acumulando pontos. Porém, ao ler o regulamento da promoção, posteriormente, descobri que o prêmio era apenas o “Jantar nas Alturas”, mas nada de Adnet como bônus. Então, achei que não teria muita graça e parei de participar.
Muito tempo depois, alguém da promoção me liga e fala que eu tinha ganhado. Que emoção! E ainda teria o direito de levar mais dois acompanhantes com tudo pago e o melhor: o “Jantar nas Alturas” iria ser no Rio. Eu moro em São Paulo, mas como minha mãe é carioca, aceitou sem problemas, apesar de não querer subir no jantar por medo de altura. Me avisaram que, se possível, levasse um amigo para poder representar o homem bem feito. Como ainda tinha esperanças do Adnet ir ao jantar, resolvi chamar o Henrique, que também é fã. Como ele já mora no Rio tudo ia ficar ainda mais prático. A outra pessoa que eu levei pro jantar foi a minha irmã radical, a “moca” Bruna.
Eu, Henrique, fiquei extremamente lisonjeado com o convite. Afinal, seria uma experiência realmente única e agradeço muito a Carol por isso. Enfim, chega o grande dia. Estava bem ansioso. Cheguei às 20h no Pier Mauá, a Carol chegou um pouco mais tarde. Perguntei para o segurança como eu faria para ir até o Dinner in the Sky, ele disse que não sabia me informar, mas sabia que estava rolando um tal de “Jantar nas Alturas” logo ali em frente. Valeu mesmo segurança! (risos)
Todos nos receberam muito bem no aconchegante lounge de espera. Nesse ambiente, foi curioso saber que muitos que estavam lá também achavam que o Marcelo Adnet estaria presente. A promotora do evento nos disse que até tentou chamá-lo, mas infelizmente não deu. Então, em torno das 22h foi iniciado o procedimento para a suspensão de toda aquela estrutura suportando todos os 22 sortudos, os 3 chefs e o fotógrafo, todos equipados com toda a segurança de um verdadeiro brinquedo de um parque da Disney.
O guindaste nos ergueu a 50 metros acima do chão, o que nos proporcionou um visual noturno I-N-C-R-Í-V-E-L da Baía de Guanabara, da Ponte Rio-Niterói e de todo o porto ao redor. Lá em cima, balançava muito pouco, apesar de ter tido uma breve massa de ar mais forte, mas nada que assustasse. “Como fazer para ir ao banheiro?”, você se pergunta. “Bungee-jump”, eu respondo. Brincadeira! É claro que todos deveriam dar uma passadinha antes no toalete. Quanto aos pratos, bom…errrr… digo que foram exóticos. A entrada foi palmito com tomate basicamente; o prato principal, um cordeiro (ou era carneiro?); finalmente, a sobremesa, um pedaço de pêra com queijo de cabra. Muito interessante! (risos)
Enfim, se você se interessou e quer vivenciar esse que é um dos 10 restaurantes mais inusitados do mundo, segundo a Revista Forbes, basta pagar a bagatela de R$600,00 para desfrutar a emoção de jantar nas alturas.
Nota de Santi: valeu, seus sortudos!! *ainda não sabemos o resultado do HOMEM BEM FEITO no futebol, já que o vídeo ainda não está disponível no site da campanha…
Stand Up Comedy MARCELO ADNET – São José dos Campos 20/12/09.
@DihCarvalho
O show estava marcado para as 20hrs. Eu e minha amiga (Taís) pretendíamos chegar 1 hora antes, mas ela teve vestibular e tals, acabou não dando tempo e chegamos 19h40. Obviamente a fila estava assustadora, muita, mas muuita gente mesmo (deu 1500 pessoas)! Mas ok, até que foi rápido, porém não pegamos um bom lugar, ficamos bem longinho, nem o zoom da câmera tava adiantando muito =/.
Deu 20hrs e ainda havia fila e tals, daí o show foi começar só 20h30. E então, eis que surge aquele cara sobrancelhudo do buço suado cumprimentando a platéia e dizendo que esse é o último show dele (de 2009), perguntou quem era de São José dos Campos e quem era de cidades vizinhas, citou o nome da minha (Jacareí), morri! Ele zoou o aeroporto da cidade dizendo que parece uma rodoviária, citou alguns bairros, shoppings e as pessoas ficavam impressionadas, tipo “ como ele sabe de tudo isso, primeira vez q ele vem pra cá ”, certamente ele deve pesquisar ou se informar com alguém da cidade mesmo, no hotel…
Daí o show foi rolando, ele não pára quieto um minuto, imitou o Dinho Ouro Preto caindo do palco (sim, ele caiu mesmo, fingindo), Joel Santana, o papa, pastor, Pedro Bial, jogador de futebol, aeromoça, trailer de filme americano, falou sobre aeroportos, alguns países, estados brasileiros, fez repente, dançou, rebolou, improvisou duas músicas para 2 sortudos da platéia… Destaque para um menino de 10 anos chamado Rafael que ao responder sua idade o Marcelo disse: ” Déix? Déixx? Tu é fóda hein, mulhéki?”, já que a censura do show é de 14 anos. Logo depois, fez uma música muito engraçada pra ele. Dando 1 hora e meia de show (22h00), começou a se despedir dizendo: ”Gente, muito obrigado, esse foi meu último show do ano, adorei, a platéia mais calorosa, mais legal…[todos vibram] ele continua: ”foi a de Tocantins!” Hahaha.
Nisso parti pra correria e fui pra uma porta que dava acesso ao camarim e ficava ao lado do palco, a primeira a chegar e perguntei ao segurança se ele iria poder tirar fotos e tals e ele me disse que não, pois Marcelo precisava estar no aeroporto de São Paulo às 23h30. Chegou um monte de gente atrás de mim, querendo a mesa coisa, claro! Continuamos na porta e chegou uma mulher da produção (sendo muito grossa), perguntando o que a gente queria e falando que não íamos tirar fotos pois ele tinha que viajar. Daí pensei: “OK! Eu tenho que encostar nele pelo menos –‘ “ Então fui procurar a porta que eu pudesse sair atrás do palco – que ficava fora do salão – e achei rapidamente, por sorte não tinha nenhum segurança ali. Fui sair pela porta, mas comecei a escutar uns gritos de fãs histéricas e fui ver o que era. PÁ! Com as cortinas fechadas, o leleske estava tirando fotos no palco :O.Enquanto isso dava pra ficar vendo, levantando a cortina, umas meninas ficavam chamando ele, que ficava acenando e tals. No palco haviam umas 10 pessoas só tirando fotos, deviam ser parentes dos produtores, sei lá. Só sei que dava pra ver mesmo que ele estava com pressa.
Bom, cansei de assistir ele com os “vips” e fui dar a volta pra ir atrás do palco ver se eu conseguia alguma coisa. Ok, chegou a hora de ir embora, o carro chegou (Eco Sport na cor grafite
e bem na frente da escadinha que ele ia descer para ir para o carro estava EU
(e mais uma meia dúzia de fãs). Marcelo saiu do palco, descendo a escada meio “escoltado” por uns seguranças e falou: “Aah, tenho que ir viajar agora!”. Entrei na frente e disse: “Aah, dá a mão pelo menos?” Ele olhou pra mim, abriu aqueeeeele sorriso e disse: “Opa!“ e me deu aquele aperto de mão. Nisso ele fez uma cara esperando que eu fosse falar algo mas nada saiu da minha boca, fiquei um pouco em choque, sei lá o que acontece, rs… Foi tudo muito rápido!
Ele entrou no carro, o motorista fechou todos os vidros e eu fui lá, dei um “toc toc” na janela do Marcelo (ele não abriu, claro!) mas ainda sim eu disse: “Volta com o Z.É!” Ele: “O quê??” Eu repeti: “Volta com o Z.É!!” Ele fez um sinal de positivo (fica a dúvida se ele fingiu que entendeu ou não haha), eu fiz outro e um coração com a mão (óun) e saí. Segundos depois o carro partiu.
Enfim, passou tudo muito rápido, loucura demais! Saí de lá com vontade de conversar com ele por pelo menos 15 minutos;] (sweet dreams) Ele passa um sensação boa, dá pra perceber que ele tenta atender a todos, que ele é educado, gentil, etc. Por isso, mesmo sem foto com ele, saí de lá mega feliz, e pelo menos a mão dele eu consegui! Hahaha!
Espero que as pessoas que convivem com ele saibam a sorte que tem em conviver com essa pessoa tão maravilhosa como esse ser, Marcelo Adnet.
Z.É. – Zenas Emprovisadas em Recife, PE, dezembro 2009
Oiii, bem, tudo começou quando fiquei sabendo que ELE viria a Recife novamente, não me segurei de alegria, euforia ou sei lá o que…! Pois na primeira vez que ele veio, não deu pra eu ir vê-lo
, fiqueii muitoo triste, mas sabia que iria fazer muuuuiito sucesso e que ele voltaria e voltou e mais bem acompanhado impossível, trouxe o Z.É!!
Muito bom o espetáculo, quase caí da cadeira de tanto rir, o melhor é que não é nada combinado, logo não fica nada mecânico. Fica perfeito. O show durou pouco mais de uma hora, durante as cenas o foco dos meus olhos não saía do Adnet, mesmo quando ele não estava atuando, quando ele estava lá no cantinho do palco eu o perseguia, e quando entrava era sempre para arrasar, lotou o Teatro Santa Isabel! Quando acabou, como já era de se esperar, – o ‘ahhhhh’ foi coletivo :/.
Só esperei o tchau da galera pra correr pro camarim, não me conformava em saber que ele estava ali e eu não iria conhecê-lo, que não iria dizer que amoo seu trabalho, que o admiro pra caramba como profissional e pessoa…e etc etc etc. Enfim, corri para trás do teatro, onde não havia nenhum fã, nossa pensei: ”É a hora certa!” De cara, levei um NÃO do segurança mas prossegui. Quando avistei a camareira, a coitada deve me odiar até hoje, porque eu ‘atazanei’ muiiito o ouvido dela até que ela foi lá dentro e acho que falou pra eles que havia uma ‘louca’ lá embaixo implorando por uma foto, até que ela volta com a seguinte notícia: ”Eles vão descer aqui”. Não acreditei, quase morri. Alguns minutos depois, eles começam a descer e o último é o Marcelo. Quando vi só a pontinha daqueles cabelos (que conheço de longe), ahh… nem esperei chegar embaixo! Corri ao seu encontro, não teve segurança que me segurasse. Kkk. Me agarrei com ele chorando muiiiiito, até que ele fala: ”Ei, ei, calma, calma” quando ouço aquela voz no meu ouvido, fez efeito contrário, aí foi que chorei mesmo. Não queria mais largá-lo, apertava tanto (coitado deve ter sofrido), não sabia como expressar todo meu carinho por aquela criatura que quero ser ‘quando crescer’! rsrsrsrs
Enfim tinha que registrar esse GRANDE MOMENTO! Tirei fotos com ele, dele, autografando e tals, de todos os ângulos. Ele é muito atencioso, perguntou se eu havia gostado do espetáculo, enquanto eu implorava para que ele voltasse o quanto antes pra Recife e que da próxima trouxesse o Kiabbo (êêêww), batemos um papinho, até que me toquei que eu precisava sair (embora muito contra minha vontade), que havia outras pessoas ali afim de conhecê-lo também. (Não vamos ser egoísta néah?!)
Nossa!!! São momentos que não irei esquecer JAMAIS!
Um beijo pra todas (os) Adnéticas que nem eu. *-*
Nota de Santi: ó, tô ligadaaça que esse assunto já é old por aqui, mas a Andréa mandou seu texto à época do Z.É. em Recife e como a agenda do blog tá apertadérrima, graçazadeusssss, só agora rolou o post… Tá?
Z.É. – Zenas Emprovisadas em Recife, 5-12-2009
Sabe o Z.É., Zenas Emprovisadas? Então. Não sei vocês, mas eu sou fã dessa peça. Desde que descobri sua existência fiquei viciada nesses quatro moços, na proposta do espetáculo, nos jogos etc. Passava hooooras me divertindo no site, fuçando as fotos e me deliciando com os comentários do Caruso, sempre geniais. No meu computador tenho um acervo enorme de fotos de todas as temporadas e de todo mundo, desde os atores até os músicos, colaboradores, iluminadores, convidados e fãs, além dos vídeos do youtube com as apresentações. Enfim. Mas aí o Marcelo veio no stand up e anunciou a data da vinda do Z.É.,dias 4 & 5 de dezembro. Finalmente!
Logo depois começou a locução de Marcelo (sempre ele) avisando que ia começar, tirando a mesma ondinha relatada pela Priu no espetáculo de sexta, falando pra não filmar, não fotografar etc. Aham, aham, tá. Até parece. Todas corremos para nosso lugares, as luzes apagaram e o show começou. Alexandre Régis, professor convidado, veio ‘introduzido’ por Marcelo sob uma chuva de aplausos. Anunciou o Z.É., explicou um pouquinho e apresentou a primeira parte da peça, a esquete ‘Inspetor de Banheiro’ (que inclusive já foi encenada, se não me engano, pelo Mion, né?): Gregório, Queiroga e Caruso parados em pé em frente a um suposto mictório e Marcelo entra de bata e prancheta, arrancando aplausos eternos (mas eteeeeernos mesmo, não paravam de jeito nenhum). A esquete foi ótima, muito engraçada com os meninos aprendendo direitinho a fazer pipi feito macho e Marcelo ensinando tudo, dando um show de virilidade(?). Terminou de maneira genial, com o Greg tendo que cuspir fora o suposto gelo do mictório alheio e arrancando gargalhadas da platéia.
O jogo seguinte foi o dos ‘Braços’, simplesmente meu jogo preferido da noite. Funciona assim: os atores encaixam-se (ui!) atrás da dupla que vai fazer a cena, servindo de braços para eles. O esquema ficou desse jeito: Caruso & Marcelo (braços), Gregório & Queiroga (braços). Com as palhaçadas dos meninos antes mesmo de começar a cena, a platéia já foi ao delírio. Era Marcelo ‘fazendo carinhos calientes’ no Caruso, Queiroga levantando as calças do Gregório até o umbigo e Régis falando que ‘desse jeito, nem precisa mais fazer a cena’ (e morrendo de rir também, só pra constar). Mas não é que a cena em si conseguiu ser mais engraçada que as brincadeiras anteriores? Seguindo o texto lido por Régis, Gregório/Queiroga era uma turista fresca com medo de tubarão que queria a ajuda do Salva-Vidas Caruso/Marcelo pra nadar só no rasinho na praia de Boa Viagem. Só que a história virou uma confusão, com o Gregório/perua se descabelando, dando um escândalo e sendo devorada pelo tubarão, enquanto o Salva-vidas/Caruso dava uma de quem não tava vendo nada. Destaque para as pessoas morrendo de rir na platéia, mas morreeeeendo mesmo e batendo palmas intensamente.
Outro jogo muito aplaudido foi a Quadrilha Blues, onde os quatro fizeram versos sobre internet, tema brilhantemente sugerido pela minha amiga, vizinha de poltrona Nayara, que depois disso ficou famosa para o mundo e para eles ao ser ‘cantada’ pelo Queiroga no verso: “Nayara vou te dizer uma coisa, vê se não discute. Depois que acabar a peça, cê me dá o seu Orkut.” A peça ainda teve vários momentos incríveis na sua hora e meia de duração, como o Marcelo cantando música romântica bósnia, jogo das frases com várias sugestões muito oportunas, jogo dos objetos com demonstrações de pesquisa sobre a cultura local por parte dos atores (ver: Brennand, escultura sugestiva), jogo das perguntas, MUDA! com participação de Joel Santana e coletânea com o Marcelo arrasando como sempre (comentário de fã ), fazendo suas canções na hora, no caderninho e versando sobre Pastores, em ritmo de Escola de Samba (Queiroga/Neguinha sambou e arrancou gritos da platéia), com a ajuda do Racionais MCs e Caetano Veloso.
Quando se despediram, a tristeza era compartilhada por todos os recifenses ali presentes. O que eu vi naquela noite foi uma platéia que conhecia e adorava o Z.É. (ver: inclusão digital, vídeos no youtube), sugeriu oportunamente, interagiu, aplaudiu de pé e morreu de rir o espetáculo inteiro. E, sim, ficou muito feliz com a pesquisa da cultura recifense demonstrada pelos meninos, nas piadas com sabor local, citando nomes de bairros, praias e ironias culturais só nossas (ver: Conselheiro Aguiar, diversão noturna).
Depois da peça é que começou a verdadeira aventura: temporada de Caça aos Z.É.s aberta, Caravaninha em ação. Foi dito pelos produtores e colaboradores presentes que os meninos não atenderiam ninguém, que não sairiam agora e que precisavam fechar a porta (ver: sendo expulsa do Teatro, porta na cara). Dirigimo-nos ao saguão e depois de ligações para Gabi Monteiro, que tinha ido na sexta e conseguido tirar foto com o elenco, nos encaminhamos para fora do Teatro e fizemos uma grande volta para chegar no estacionamento, onde até então uma dúzia de fãs malandros esperavam também pela saída dos meninos. O primeiro a sair foi o Queiroga, bem tranqüilo fumando seu cigarrinho (esse post não concorda com o consumo de nicotina) e aceitou tirar foto conosco.
Porém, nada se compara à saída de seu colega de peça, Marcelo Adnet. Simplesmente foi cercado, imprensado e coagido (hehe), a dar autógrafos, fotos e abraços à semi-multidão de meninas histéricas que gritava, pulava e acotovelava (ver: histeria coletiva, fãs de Beatles). Consegui chegar perto dele com muito esforço, dei meu bilhetinho a ele assegurando que não se tratava de sacanagem (aqui ele disse: ah,não?
), disse que estava na pizzaria na quinta (ver: post da Priu e foto logo abaixo), ele falou que se lembrava de mim e sorriu. As meninas da caravaninha conseguiram tirar fotos (ver: Gabi Machado, paparazzi) e ganhar seus autógrafos, ao passo que eu não (ver: idiota, oportunidade perdida). Marcelo ficou um tempo aproximado de 5 minutos, atendeu 99% das fãs e foi embora na van para o hotel. Sim, fez o que pôde, mas vamos tratá-lo feito gente, né, galera? Fiquei triste por ele.
Todos os outros Z.É.s conseguiram permanecer no estacionamento com tranqüilidade, tirando fotos conosco, dando mais autógrafos e conversando numa boa, com a ausência bem-vinda da fúria histérica feminina anterior. Batemos papo com o Caruso e o Gregório, que se mostraram simpáticos e doces, uns caras muito bons de se conversar. Gregório ainda me deu um autógrafo e decorou os nomes das integrantes da caravaninha. Tiramos fotos com as plaquinhas e logo em seguida Alexandre Régis veio nos dizer da presença do Marcelo na lista dos 100 brasileiros mais influentes de 2009 da Revista Época. Quando eles foram embora, por volta de 23h, fomos para a saída do Teatro com um abraço coletivo da caravaninha, um até breve e uma vontade enorme de mais Z.É. em 2010. Mais Marcelo Adnet e mais humor de qualidade em Recife.
Por Gabi Machado
E mais posts como esse, certo, Gabi?













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