Quem já visita o AdneTRIP! frequentemente deve ser lembrar da seguinte enquete lançada pelo site da revista Rolling Stone Brasil:

“Quem seria perfeito para o papel de Silvio Santos nos cinemas?”
Com as seguintes opções: Marcelo Adnet, Edson Celulari, Ceará (o Silvio do Programa Pânico na TV), Wagner Moura, Celso Portiolli e outro.
O resultado, não poderia ser diferente. Adnet faturou com 455 votos do total de 1.117 votos, ou seja 38,66%.
Já imaginou Marcelo Adnet nos cinemas interpretando a vida do homem que era camelô e virou dono de uma grande rede de TV brasileira?
Vejamos a retrospectiva a seguir…
Em sua carreira cinematográfica, o primeiro papel de Adnet foi Tavico do filme “Podecrer” (2007), no qual contracenava com Gregorio Duvivier, seu companheiro no “Z.É. – Zenas Emprovisadas”, além de Érika Mader, que viria a protagonizar um filme no qual também iria participar anos depois.
Em “Xuxa em Sonho de Menina” (2007), ele foi o desajeitado e eficiente Elói. O faz-tudo de um hotel de beira de estrada no qual Xuxa e várias crianças de hospedam. As cenas com Adnet são bem divertidas e o tombo da cadeira na primeira cena do filme em que aparece, é hilária!
Em 2008, contracenou com Heloisa Périssé em “O Diário de Tati” fazendo o personagem Maurinho, porém o filme até hoje não foi lançado. Não percamos as esperanças!
No mesmo ano, foi um taxista no filme de Miguel Falabella, ”Polaróides Urbanas” (2008), e levou Arlete Salles de passageira. 
O filme com Erika Mader de protagonista foi “Apenas o fim” (2009). Adnet faz o papel de um ator durante o filme e aparece em outra cena fundamental para a história após os créditos. Assista e vai entender…
Adnet também fez parte do elenco do sucesso de bilheteria “A Mulher Invisível”, com Luana Piovani e Selton Mello. Ele era o bilheteiro Jeferson que implicava com o homem que queria entrar no cinema com sua mulher invisível.
Para esse ano, está agendada a estreia de “Muita Calma nessa hora” , filme do Bruno Mazzeo com grande elenco, incluindo Marcelo Adnet. Fique ligado, a estreia será dia 09 de abril.
Mais Adnet nos cinemas?! Fique ligado no AdneTRIP!
Fim de ano, premiações… e o filme “Apenas o Fim”, que conta com Marcelo Adnet em seu elenco, foi indicado a 7 categorias da premiação do site Judão (citado por Tom em uma cena).
O prêmio é intitulado divertidamente de Judão Tchananã Awards.
E as categorias nas quais “Apenas o Fim” está indicado são:
- MELHOR FILME NACIONAL
- GRANDE SURPRESA
- MELHOR DIRETOR (Matheus Souza)
- MELHOR ATRIZ (Nathália Dill)
- MELHOR ATOR (Gregorio Duvivier)
- MELHOR PERSONAGEM (Tom)
- MAIS GOSTOSA (Érika Mader)
O filme foi premiado no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo em 2008, além já ter sido exibido em festivais em outros países, como Cuba e EUA. O DVD está prometido para março de 2010.
A votação vai até o dia 06 de janeiro de 2010 e o resultado será divulgado dois dias depois, dia 08.
Então, vamos votar?!
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Por Marina Gonçalves
Toda vez que vai à padaria, a bailarina Luiza Adnet dá uma olhadinha no Twitter. Pela página da Farinha Pura (twitter.com/FarinhaPura), ela sabe a hora em que os pães saem quentinhos e, de quebra, ainda descobre a senha para promoções na loja. A nova rede social da internet, que virou uma verdadeira febre, não para de ganhar adeptos, que veem na mídia espontânea um bom — e baratíssimo — negócio.
Os produtores do filme “Apenas o fim (http://twitter.com/apenasofim), do estreante Matheus Souza, conseguiram encher a festa de lançamento do longa, no início de junho, praticamente só “twittando”.
— De todas as ferramentas que utilizamos para divulgação, o Twitter foi, sem dúvida, a mais importante — conta Júlia Ramil, uma das responsáveis pela página do filme.
E até o Bairros.com (twitter.com/bairrospontocom) está no Twitter. E qualquer um pode enviar mensagens dizendo a situação do trânsito: para as mensagens aparecerem aqui no lado direito basta escrever o código #NaRua em algum ponto de seu texto. Todas as atualizações feitas em qualquer conta do Twitter com este código são mostradas na capa do site especial do GLOBO sobre o Trânsito do Rio. Acidente no trânsito? Diga onde. Sabe de alguma via onde o tráfego está bom? Compartilhe. Enfrentou engarrafamentos? Vá “twittar”.
Fonte: O Globo Zona Sul
Não tem tiro em favela, “intelectolices’, culpa social ou o Tony Ramos como protagonista. O filme mais refrescante da safra nacional foi dirigido por um carinha de 20 anos, estudante da PUC do Rio de Janeiro, com o dinheiro arrecadado pela rifa de uma garrafa de uísque. “Nem sei se era Red ou Black Label. Só sei que foi um uísque superfaturado”, fala Matheus Souza, o diretor de ‘Apenas o Fim’, que estreia hoje em Campinas. A história do último encontro entre a garota descolada (Érika Mader) e seu namorado nerd (Gregório Duvivier) já levou prêmios do Festival do Rio de Janeiro e da Mostra Internacional de São Paulo e está rodando o mundo (Nova York, Paris, etc.). Um resultado surpreendente para o próprio Souza. “O filme era um projeto do curso de cinema da PUC, feito entre amigos, gente da faculdade e do Tablado (famosa escola de teatro carioca)”, diz. “Ninguém ganhou nada. A gente conseguiu muita coisa na camaradagem.” O longa custou menos de R$ 8 mil.
Fonte: Cosmo On Line
Isso mesmo, pessoal. Conforme informado pelo Twitter oficial do filme “Apenas o Fim”, nessa semana o filme estreou em mais duas cidades: Campinas e Belo Horizonte. E na próxima quarta-feira (08/07), haverá uma pré-estreia na Bahia.
Em breve, mais informações sobre estréias em outras cidades. Enquanto isso, veja a programação do filme para essa semana.
Rio de Janeiro:
Estação Gávea 4: 16h10 e 20h – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 – 4º andar. Tel.: 3875 3011)
Estação Botafogo 2: 16h50 e 20h20 (Rua Voluntários da Pátria 88, Botafogo. Tel.: 2226-1988)
Estação Barra Point 1: 15h20 – Shopping Barra Point (Av. Armando Lombardi, 350, Barra da Tijuca. Tel.: 3419-7431)
Cine Glória: 16h – Praça Luís de Camões, subsolo (Memorial Getúlio Vargas – Antiga Pça do Russel. Tel.: 2556-0781)
Ponto Cine: 15h e 18h30 – Guadalupe Shopping (Estrada do Camboatá, n° 2.300, Guadalupe)
São Paulo:
HSBC Belas Artes – Sala Oscar Niemeyer: 18h30 (Rua da Consolação, 2423)
Espaço Unibanco 4: 14h, 15h50 e 21h10 (Rua Augusta, 1475 – Consolação)
Brasília:
Intelig Telecom Academia 2: 16h30 / Sábados e domingos também às 14h50 (Secs Trecho 4 – Cj 5 – lote 1B)
ESTRÉIAS!!
Campinas:
Cine Topázio: 14h35 e 18h40 (Av. Washington Luiz, 2480, Parque Prado)
Belo Horizonte:
Usina Unibanco de Cinema 1: 15h, 17h, 19h e 21h (Rua Aimores, 2424 – Tel.: 3335-3757)
PRÉ-ESTREIA
Bahia
Dia 08/07, às 21h, em Salvador, na Sala de Arte UFBA (Av. Reitor Miguel Calmon, s/n. Vale da Canela – Tel.: 3237 – 9681)
Por Leonardo Filomeno
Com atores jovens e vocabulário da geração dos anos 90, Matheus Souza faz em seu primeiro filme uma reflexão sobre o querer e o medo da solidão
Com roteiro na mão e uma ideia na cabeça, Matheus Souza, de apenas 20 anos, reuniu-se com amigos para fazer seu primeiro longa-metragem na universidade. O orçamento de R$ 8 mil não foi empecilho para o grupo que, ajudado pela PUC-Rio e usando suas instalações, apostaram nos diálogos para filmar dois atores – Érika Mader e Gregório Duvivier – em uma narrativa sobre uma jovem que resolve abandonar o namorado e fugir para um lugar desconhecido. Antes de partir, ela decide encontrá-lo, mas eles têm apenas uma hora para fazer um balanço bem-humorado de suas vidas.
O despretencioso filme Apenas o fim deu certo até demais. Além de ganhar o prêmio de Melhor Filme do Júri Popular do Festival do Rio, foi premiado na Mostra de São Paulo e recebeu convites para Roterdã (Holanda) e Miami (EUA). Agora, entra em cartaz em salas de cinema paulistas, cariocas e brasilienses. Antes da estreia, batemos um papo com Matheus, apontado pelo cineasta brasileiro Domingos de Oliveira como a cara da nova geração do cinema nacional.
Guia da Semana: Quando surgiu a ideia de montar o filme?
Estava no terceiro período da faculdade e queria muito montar um longa, mas um longa possível. Precisava conquistar as pessoas. Então, falava que o longa é mais fácil produzir do que um curta. Mentia na maior cara de pau, dizendo que todo mundo iria simpatizar com o filme, mas não fazia nenhuma ideia de que fosse dar em tudo isso. Resolvi trabalhar em cima da coisa que sabia fazer melhor, que era o diálogo. Usando situações que tinha passado nas minhas relações amorosas e as dos meus amigos.
Guia da Semana: Quais foram as principais dificuldades encontradas?
Tínhamos uma série de limitações, uma delas orçamentária, que é óbvia. A outra é que tinha que fazer o filme com equipamentos da Puc-Rio, nossa faculdade. Mas só podíamos usar nas férias e tinha uma regra que não podia sair de dentro da universidade com os equipamentos. Então, tive a ideia que ninguém teve, por mais que parecesse óbvio: era que o filme passasse totalmente dentro da faculdade. Nisso, peguei os moldes de filmes possíveis e de que gostava bastante, como Antes do Por do Sol e Antes de Amanhecer, de Richard Linklater, O Balconista, de Kevin Smith, e tinha um filme que tinha assistido no festival do Rio, O Nosso Amor do Passado. Gostei bastante desse molde de filmes de diálogos, com poucos personagens e escrevi o meu longa. A minha ideia já era meio pretenciosa, então, preferi ser modesto nos cenários, figurinos e todo resto.
Guia da Semana: Ao ver o filme, percebe-se que algumas vezes o protagonista se confunde com o autor. Como isso foi pensado?
Estava conversando com Matheus Nachtergaele e ele falou que o filme, quanto mais para dentro, mais para fora. Meus principais ídolos têm esse egocentrismo, como Woody Allen, Domingos de Oliveira, Kevin Smith e Nick Hornby. Por isso, no filme tem rolado uma identificação e várias pessoas falam “Pô cara, sou exatamente assim. Como você conheceu uma Érika Mader?”.
Guia da Semana: Quanto tempo durou a elaboração do roteiro? Qual foi o custo total?
Foi durante umas férias, durou cerca de 15 a 20 dias. Fizemos o filme com orçamento de uma rifa de uísque. O custo total ficou entre R$ 7 mil e R$ 8 mil. Mas, na verdade, a gente não faz a menor ideia de quanto foi exatamente, não fizemos esse controle, cada um pagava um pão na chapa por dia e ia fazendo assim.
Guia da Semana: No filme, há uma mediação entre a cultura pop e o cult, como quando o personagem diz gostar mais de Transformers do que Godart ou afirma que o Blackstreet Boys é o novo Beatles. Você tenta fazer uma conciliação entre essas duas vertentes ou isso serviu como antagonismo nas cenas?
Não, porque eu sou essas duas linhas. Sou uma cara que gosta desde Godard até Transformers, e já tive fases que fui mais um que outro, e outras que inverti tudo. O jovem passa por muitas mudanças, sabe. Então queria fazer um filme sobre isso, uma garota pseudo-intelectual toda metidinha e que acha super bonito um cara que tem bonecos no quarto. Tem a ver com os meus próprios relacionamentos e com o jeito de se relacionar pós-moderno dos jovens.
Guia da Semana: Quais as referências cinematográficas utilizadas no filme?
Li muitos livros de entrevistas com diretores, e nove entre dez dizem que o melhor jeito de aprender a filmar é filmando. Queria aprender e, dentro daquilo, brincar um pouco, homenageando alguns diretores e obras favoritas. No mais superficial, encho o diálogo com referências pop, já que sou apaixonado por cultura pop. O filme fala sobre tudo que me toca e de tudo que tocaram as pessoas com quem me relacionei. Além do formato semelhante ao Antes do Por do Sol e Antes de Amanhecer, brinquei de Fellini, com aquela coisa onírica. Já de Rosselini, tirei a ausência de um roteiro exato, deixando os atores na improvisação. Tentei brincar da melhor maneira possível com planos de Wes Anderson, abertos, simétricos e milimetricamente construídos. Essa diversão foi modesta, é claro, já que minha inexperiência é nítida em alguns momentos.
Guia da Semana: Como foi a escolha dos atores?
Chamei amigos e pessoas que conheci do teatro, já que Érika e Gregório faziam curso de Tablado no Rio. Sou muito fã do Gregório, acho ele um dos melhores atores de comédia jovem do Brasil e a pessoa perfeita para ser meu alterego. Já a Érika é um encanto, muito talentosa. Ela teve um encanto pra não transformar a personagem em uma chata.
Guia da Semana: Como vocês decidiram participar do Festival do Rio?
A gente se inscreveu depois que a produtora Mariza Leão entrou no projeto. Sempre quis participar do Festival do Rio. Queria entrar, mas não imaginava chegar a uma amostra tão competitiva e ganhar. Os outros festivais foram consequências.
Guia da Semana: Domingos de Oliveira afirma em um artigo na Bravo que gostou muito do filme e vê você como um diretor que veio para ficar e representar essa nova geração. Qual sua opinião isso?
Acho incrível, pois ele sempre foi um dos meus principais ídolos. Todas as Mulheres do Mundo é meu filme brasileiro favorito. Ele acabou virando um tipo um pai pra mim, já me chamou para ser assistente de direção em um curso, protagonista de um peça que ele estava fazendo. E me trata como filho.
Guia da Semana: Já tem outros roteiros em mente?
Tenho dois. Estava na dúvida do que faria, muito nessa questão do segundo CD de uma banda que fez sucesso. Então, fiz dois filmes ao mesmo tempo. A primeira aposta é Modesto, por Enquanto, que fiz no encerramento da faculdade, com orçamento de R$ 3,5 mil, falando sobre relacionamento, jovens. O outro é Pessoas Felizes, sobre outra faixa de idade, 40 anos, e relações humanas, de uma forma diferente.
Fonte: Guia da Semana
PLUS: Confira o vídeo que foi ao ar no programa Bastidores, do Multishow, com Gregório Duvivier e Érika Mader sendo entrevistados pelo apresentador Rodrigo Pinto.













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