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	<title>Marcelo Adnet em AdneTRIP! Mais Furfles, Mais Leleske, Mais Plus! &#187; Estadão</title>
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	<description>Compilação de artigos e informações sobre Marcelo Adnet</description>
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		<title>De Marcelo para Marcelo, sobre o VMB 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcelo Rubens Paiva Parabéns MTV. Parabéns aos organizadores do VMB 2009. Finalmente encontraram um apresentador, o talentoso MARCELO ADNET, que canta, dança, tem timing de humor e repertório, e conseguiu conduzir o show com inteligência. Nem deu aquela vergoínha que deram outros apresentadores. Tentaram no passado com apresentadoras gostosas, carismáticas, como FERNANDA LIMA e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em>Por Marcelo Rubens Paiva</em></div>
<p>Parabéns MTV. Parabéns aos organizadores do VMB 2009.</p>
<p>Finalmente encontraram um apresentador, o talentoso <strong>MARCELO ADNET</strong>, que canta, dança, tem timing de humor e repertório, e conseguiu conduzir o show com inteligência. Nem deu aquela vergoínha que deram outros apresentadores.</p>
<p>Tentaram no passado com apresentadoras gostosas, carismáticas, como FERNANDA LIMA e DANIELA CICARELLI, mas que não tinham humor. Tentaram com VJs da casa, com globais, como PEDRO CARDOSO E SELTON MELLO, bem melhores do que os citados.</p>
<p><strong>Mas ADNET parece ter nascido para isso. O cara vai longe. Carioca, tem a língua afiada e sacadas rápidas.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/Camponesa.jpg" rel="prettyPhoto[g8268]"><img class="aligncenter size-full wp-image-8272" title="Foto: Zenas Emprovisadas" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/12/Camponesa.jpg" alt="Foto: Zenas Emprovisadas" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Valeu o hilário show da banda MASSACRATION com o FALCÃO. Que letra sensacional, sobre múmias taradas. Que ironia bem bolada do mundo do rock. Ironia também em ERASMO CARLOS, cantando <em>&#8220;sou cover de mim mesmo&#8221;</em>.</p>
<p>Porém, a MTV não premia a música brasileira, mas a música da MTV. Os escalados giram em torno do umbigo da emissora do Sumaré.</p>
<p>Ao abrir as votação [sic] para o público, injustiças são cometidas. Ganham os que tem o fã-clube mais aguerrido. Não a toa, bandas vencedoras dedicavam aos fãs, que <em>&#8220;passavam as madrugadas votando&#8221;</em>.</p>
<p>Com isso, ganhou o twitter do Marcos Mignon, que agradeceu às <em>&#8220;bloguetes&#8221;</em>, em detrimento dos de Mano Meneses a Danilo Gentili.</p>
<p>A <em>&#8220;Aposta MTV&#8221;</em> ganhou uma banda tosca teen, VIVENDO DO ÓCIO, que não toca tanto quanto as outras, mas são bonitinhos e deixam as garotas com a libido à deriva. Revelação foi LITTLE JOPY? Nada disso. Foi CINE, uns molequinhos de roupas coloridas. E melhor artista estrangeiro? Britney Spears. Sim, aquela lá. Da SONY.</p>
<p>A emissora abriu o leque de categorias [Web Hit do ano, Blog, game, twitter, melhor documentário]. Aliás, estava difícil escolher o melhor documentário de música. Concorriam LOKI, TITÃS e SIMONAL, três filmes ótimos. Ganhou Titãs.</p>
<p>Artista do ano? Fresno, sempre eles. Pitty cantou. Skank ganhou de novo melhor clipe.</p>
<p>Acho que estou bem por fora. Daquilo que gosto e acompanho [EDDIE, 3 NA MASSA, MOMBOJÓ, JUNIO BARRETO, OTTO, BEBEL GILBERTO, INSTITUTO], nada foi citado. Meu gosto não é o gosto da MTV. Já foi. Já é, tiozão.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #000000;"><a href="http://blog.estadao.com.br/blog/marcelorubenspaiva/?s=adnet+vmb&amp;sentence=AND&amp;submit=OK">Estadão</a></span></p>
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		<title>Marcelo Adnet em evento musical de Jaime Alem e Chico Adnet</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última terça, Marcelo Adnet prestigiou o lançamento do cd Dez Cordas do Brasil de Jaime Alem no Rio, produzido pelo pai Chico Adnet. Lizzie Bravo, da produtora de Chico Adnet e amiga da família, gentilmente enviou ao AdneTRIP! as fotos do encontro que reuniu Marcelo, a irmã Luiza, as tias Maúcha, Muiza, Inês, o pai Chico e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">Na última terça, <strong>Marcelo Adnet </strong>prestigiou o lançamento do cd <em>Dez Cordas do Brasil </em>de Jaime Alem no Rio, produzido pelo pai <a href="http://www.marceloadnet.blog.br/marcelo-adnet/familias-adnet-e-cocchiarale">Chico Adnet</a>.</div>
<p>Lizzie Bravo, da produtora de Chico Adnet e amiga da família, gentilmente enviou ao AdneTRIP! as fotos do encontro que reuniu Marcelo, a irmã Luiza, as tias Maúcha, <a href="http://www.myspace.com/muizaadnet">Muiza</a>, Inês, o pai Chico e o artista da noite Jaime Alem. Confiram:</p>
<div id="attachment_4908" class="wp-caption aligncenter" style="width: 485px"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Jaime-Alem.jpg" rel="prettyPhoto[g4898]"><img class="size-large wp-image-4908" title="Jaime Alem" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Jaime-Alem-475x500.jpg" alt="Jaime Alem e Marcelo Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)" width="475" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Jaime Alem e Marcelo Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)</p></div>
<div id="attachment_4911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Jaime_Marcelo_Chico.jpg" rel="prettyPhoto[g4898]"><img class="size-large wp-image-4911" title="Jaime_Marcelo_Chico" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Jaime_Marcelo_Chico-500x376.jpg" alt="Jaime Alem, Marcelo e o pai, Chico Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)" width="500" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Jaime Alem, Marcelo e o pai, Chico Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)</p></div>
<div id="attachment_4918" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Muiza_Marcelo_Maucha.jpg" rel="prettyPhoto[g4898]"><img class="size-large wp-image-4918" title="Muiza_Marcelo_Maucha" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Muiza_Marcelo_Maucha-500x375.jpg" alt="Muiza Adnet, Marcelo e Maucha Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Muiza Adnet, Marcelo e Maúcha Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)</p></div>
<div id="attachment_4919" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Muiza_Ines_Marcelo_Maucha_Luiza.jpg" rel="prettyPhoto[g4898]"><img class="size-large wp-image-4919" title="Muiza_Ines_Marcelo_Maucha_Luiza" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/08/Muiza_Ines_Marcelo_Maucha_Luiza-500x375.jpg" alt="Muiza, Inês, Marcelo, Maucha e Luiza Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Muiza, Inês, Marcelo, Maúcha e Luiza Adnet (foto de Lizzie Bravo para o AdneTRIP!)</p></div>
<p><strong>Leiam mais sobre o show <em>Dez Cordas do Brasil</em>, realizado em 18 de agosto:</strong></p>
<p>Hoje à noite, quando subir ao palco do teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, Jaime Alem vai se encaminhar para o centro dele, e não para um canto. Maestro de Maria Bethânia há 25 anos, responsável pela produção de seus discos, o músico vai lançar Dez Cordas do Brasil. Com Bethânia, além de fazer os arranjos, ele toca violão, viola e bandolim.</p>
<p>Em seu CD, a estrela é a viola caipira, companhia desde a adolescência em Jacareí, interior paulista &#8211; ele trocou a cidade pelo Rio aos 17 anos. Bethânia, que participará do show (assim como a mulher, Nair Cândia, com quem ele gravou dois discos nos anos 70), mandou um bonito depoimento ao Estado sobre o CD:</p>
<p><em>&#8220;Afinal, Jaime Alem faz um disco seu como músico, um disco extremamente sensível, verdadeiro e com certamente sua mais forte raiz: a moda de viola, a música brasileira em uma de suas maiores expressões.&#8221;</em></p>
<p>Diz ainda: <em>&#8220;Este disco é um primor no meu fraquíssimo entender, mas digo isso com a autoridade de quem sente o Brasil e sua abrangente e extraordinária música a cada minuto de cada dia da minha vida.&#8221;</em></p>
<p>As composições, todas de Alem, têm inspiração no interior do Brasil (Moenda, Costeira do Rio, Sonata Agreste, Cururu É Bom), nos violeiros nordestinos que via tocar na Estação da Luz (Moda de Uma Corda Só, Moeda Pau, Corda), em São Paulo. Na faixa Ave Maria das Violas, ele toca e canta.</p>
<p>O CD nasceu de uma junção de muitos desejos. <em>&#8220;Bethânia começou a me incentivar a voltar a tocar viola, nas serestas em Salvador e em Santo Amaro. Aí o (produtor) Chico Adnet me encomendou peças de viola. Fui para o estúdio em novembro e a inspiração baixou. Ficava cinco, seis horas por dia criando e gravando. Em janeiro, Chico disse que já dava um CD&#8221;, </em>Alem se recorda.</p>
<p><em>&#8220;É como aquela frase que diz: &#8216;A vida é o que acontece quando você está fazendo outros planos&#8217;.&#8221;</em></p>
<p>O CD sai pelo selo Repique Musical<span style="color: #ff0000;">*</span>, de Adnet, que assim faz sua estreia. O show de hoje será às 21 horas e o Oi Casa Grande fica na Av. Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon. Além de Bethânia e de Nair, participa o percussionista Marcelo Costa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://m.estadao.com.br/noticias/arteelazer,maestro-de-maria-bethania-jaime-alem-lanca-cd-no-rio,420596.htm">Estadão</a></p>
<p><span style="color: #ff0000;">* </span>A produtora de Chico Adnet chama-se <strong>Repique Brasil</strong>.</p>
<div><em><strong>PLUSS</strong>: sua prima Antônia está em estúdio gravando um CD que contará com a participação de Marcelo Adnet em uma das faixas  cantando com o pai e as tias Maúcha e Muiza. Cliquem e acessem o Myspace de <a href="http://www.myspace.com/muizaadnet">Muiza</a>, <a href="http://www.myspace.com/antoniaadnet">Antônia</a> e <a href="http://www.myspace.com/antoniaadnet">Mário Adnet</a>.</em></div>
<div><em> </em></div>
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		<title>A TV está ficando com a cara da internet&#8230;</title>
		<link>http://www.marceloadnet.com.br/tv/a-tv-esta-ficando-com-a-cara-da-internet</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 22:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Quiorato</dc:creator>
				<category><![CDATA[retrô]]></category>
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		<description><![CDATA[Twitter, vídeos amadores, tempo curto e conteúdo exclusivo para a rede são as armas da TV para se aproximar do telespectador-internauta Por Gustavo Miller e Filipe Serran Em maio do ano passado, o Roda Viva, da TV Cultura, experimentou uma nova ferramenta. Alguns usuários do Twitter &#8211; serviço até então conhecido só por um punhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Twitter, vídeos amadores, tempo curto e conteúdo exclusivo para a rede são as armas da TV para se aproximar do telespectador-internauta</strong></p>
<p><em>Por Gustavo Miller e Filipe Serran</em></p>
<p>Em maio do ano passado, o Roda Viva, da TV Cultura, experimentou uma nova ferramenta. Alguns usuários do Twitter &#8211; serviço até então conhecido só por um punhado de pessoas no País &#8211; faziam comentários ao vivo no site de microblogging, de dentro do estúdio, sobre a entrevista com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.</p>
<p>Era a primeira vez que um programa de televisão no Brasil integrava o Twitter à programação. A experiência do Roda Viva é um exemplo de algo que virou regra na TV brasileira: aumentar a participação do público, cada vez mais conectado à internet.</p>
<p>O número de pessoas com acesso à internet varia conforme a pesquisa, mas algo entre 40 milhões e 60 milhões de brasileiros acessam a rede e navegam mais de 40 horas em um mês, de acordo com o Ibope/NetRatings. É a maior média mundial de tempo de navegação.</p>
<p>O brasileiro passa tanto tempo conectado que a televisão já deixou de ser a principal fonte de entretenimento, segundo o estudo &#8220;O Futuro da Mídia&#8221;, patrocinado pela empresa Deloitte, divulgado em abril. Nada menos do que 53% dos pesquisados dizem que navegar pela web é a forma preferida de diversão. A rede perde só para assistir a filmes em casa (55%).</p>
<p>Isso não quer dizer que é o fim da televisão. A TV ainda é um o passatempo de muita gente (46%). Mas entre os cinco países pesquisados (Alemanha, Brasil, EUA, Inglaterra e Japão), o Brasil é o único em que a TV não está no topo da preferência das mídias eletrônicas.</p>
<p>Isso explicaria porque os brasileiros estão mais abertos a adotar novos serviços de interatividade na TV do que a população de outros países.</p>
<p>Um estudo da Intel, divulgado no fim de junho, que perguntou o que as pessoas gostariam de ter na televisão, identificou que o brasileiro quer que a TV se transforme praticamente em um computador.</p>
<p>Os pesquisados responderam que gostariam de acessar pela televisão suas músicas, suas fotos e seus filmes. Gostariam de assistir a vídeos na hora que quisessem. Também achariam bom bater papo e ler e-mails na TV, além de colocar esse conteúdo no Orkut.</p>
<p>Outro desejo é copiar os arquivos que estão nesse televisor &#8220;ideal&#8221; para celulares e computadores. Na pesquisa, 47% dos internautas disseram que assistem menos TV hoje do que viam no passado.</p>
<p><strong>E COMO AGRADAR?</strong></p>
<p>A programação das emissoras já não é mais a mesma. Pensando em se adaptar ao público ligado na web, os programas integram cada vez mais formatos e ferramentas da internet.</p>
<p>O Fantástico, principal termômetro das novas tecnologias na televisão, é praticamente feito com a participação dos internautas que enviam vídeos.</p>
<p>Começou com o quadro Bola Cheia, Bola Murcha, apresentado por Tadeu Schmidt. Depois vieram os vídeos de pessoas comentando reportagens que vão ao ar poucos minutos antes. O quadro Cilada usava vídeos de internautas contando histórias de &#8220;furadas&#8221;. E o novo programa da Regina Casé, Vem com Tudo, é feito inteiramente com sugestões do público &#8211; via internet.</p>
<p>Programas como o GloboEsporte e o SPTV também adotam vídeos feitos por telespectadores. <a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/marcelo-adnet1.jpg" rel="prettyPhoto[g3603]"><img class="alignright size-full wp-image-3610" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/07/marcelo-adnet1.jpg" alt="marcelo-adnet" width="202" height="300" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Outro reflexo da influência da internet na linguagem televisiva é a presença de programas enxutos,de 15 minutos de duração. Só a MTV tem oito programetes desse tipo.</strong><strong> </strong></span>E ESPN Brasil, Canal Brasil e GNT também apostam no formato.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>A aposta tem explicação: é o chamado o tempo da internet. Como são curtinhos, eles falam bem com outras mídias, que pedem uma abordagem ágil e direta. 15 minutos, o programa de <span style="text-decoration: underline;">Marcelo Adnet</span>, é o grande exemplo. No ano passado sua atração foi líder de audiência no canal e no site da MTV.</strong></span></p>
<p>Segundo a emissora, essas atrações de tiro curto têm o dobro da média de audiência daquelas de uma ou meia hora.</p>
<p>A própria MTV incorporou o Twitter recentemente no programa Descarga, apresentado por Marcos Mion. Comentários de usuários do microblog aparecem ao vivo no programa.</p>
<p>Seja com o Twitter, com vídeos de internautas ou em programas de 15 minutos, as emissoras mostram que estão abertas para experimentar os formatos das novas mídias, que já não podem ser separadas da televisão. O público agradece.</p>
<p><strong></strong><strong>O universo numa série de TV</strong></p>
<p><span id="more-3603"></span>Os produtores de Lost dizem que a série é um universo. São blogs, fóruns, games de realidade alternativa, episódios para celular e jogos para iPod relacionados à série. Não basta assistir: é preciso interagir e experimentar.</p>
<p>No Brasil, aos poucos isso pode ser visto. O blogueiro Indra, da novela Caminho das Índias, da TV Globo, tem um blog de verdade. A relação &#8220;ficção x real&#8221; é tão próxima que o ator André Arteche ganhou um videocast para responder às perguntas dos fãs. A personagem Domingas, de Malhação, terá algo parecido: a partir de 15 de julho ela comandará um talk show quinzenal ao vivo na rede.</p>
<p>9MM: São Paulo, da Fox, ganhou livro e episódios online. &#8220;Hoje você precisa pensar em TV como um conceito de colaboração coletiva&#8221;, diz Roberto d’Avila, produtor do seriado. &#8221; A série é um universo em expansão&#8221;.</p>
<p><strong>Entrevista: Liz Gannes</strong></p>
<p>A jornalista americana Liz Gannes cobre o mundo da televisão. Mas é o mundo da TV online. Ela é editora do <a href="www.newteevee.com" target="_blank">New Tee Vee</a>, um dos únicos sites dedicados a esse tipo de cobertura no mundo. Além de acompanhar o mercado, a página patrocina encontros e premiações sobre o tema, como o Streamy Awards, que escolhe os melhores seriados da internet.</p>
<p><strong>Desde quando os americanos assistem à TV pela internet?</strong></p>
<p>A ABC foi a primeira emissora a colocar os seus principais programas no iTunes, em 2006. Desde então, e especialmente no ano passado, o apetite do consumidor pela televisão online cresceu radicalmente. Não chega ainda a substituir a televisão, mas a difusão é tamanha que os canais de TV a cabo consideram lançar serviços desse tipo, para não perderem mais assinantes.</p>
<p><strong>O Hulu é melhor caso da convergência entre TV e internet?</strong></p>
<p>O Hulu faz algo muito bem: permitir o acesso aos programas que acabam de ir ao ar. Mas ele tem limitações: a falta de produções que só existem na web, de ferramentas personalizadas e de programação ao vivo. Sua biblioteca é limitada, os programas ficam disponíveis por pouco tempo. Além do mais, só funciona nos EUA.</p>
<p><strong>O live streaming é uma tendência?</strong></p>
<p>Você verá isso primeiro em eventos esportivos. Aqui as emissoras forçam a experiência do horário nobre de qualquer jeito. A NBC controla os direitos de exibição da Olimpíada e mostrou a abertura dos Jogos de Pequim com 12 horas de atraso. Nenhum outro veículo podia mostrar imagens da festa, nem por vídeos na internet!</p>
<p><strong>Por que produções exclusivas para a internet, como In The Motherhood, falham quando vão para a TV?</strong></p>
<p>Ao migrar para a TV, um programa que faz sucesso na web para um pequeno público precisa de mudanças no formato. In The Motherhood tinha estrelas, mas isso não bastou. Já quando o pessoal do College Humor ganhou um programa de meia hora da MTV, eles largaram as esquetes e fizeram uma série.</p>
<p><strong>Como será a TV do futuro?</strong></p>
<p>A TV tem de aprender com a internet. As pessoas querem que ela seja algo mais pessoal. Os fãs de Lost gostam de compartilhar, escrever e contar aos seus amigos o que estão assistindo. Acabou aquela postura de ficar sentadão no sofá olhando para o nada. Ainda bem: isso não era lá algo bonito de se ver. (risos)</p>
<p><em>Fonte:</em> <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,a-tv-esta-ficando-com-a-cara-da-internet,2832,0.shtm" target="_blank">O Estadão &#8211; Link (Tecnologia)</a></p>
<p><em><strong>Muito mais 15 minutos? Muito mais Marcelo Adnet? Muito mais <a href="http://mundonick.uol.com.br/canal/especiales/mpn_09/votacion.jhtml">votação</a>? Só AQUI, lekes!</strong></em></p>
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		<title>Como fazer um filme antes dos 20</title>
		<link>http://www.marceloadnet.com.br/cinema/como-fazer-um-filme-antes-dos-20</link>
		<comments>http://www.marceloadnet.com.br/cinema/como-fazer-um-filme-antes-dos-20#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 22:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gregório Duvivier]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudante de cinema filma seu primeiro longa, financiado com o dinheiro de uma rifa de uma garrafa de uísque Por Bruno Galo, de O Estado de S. Paulo Fazer um longa metragem não é tarefa fácil &#8211; ainda mais no Brasil. Lançar o filme no circuito, então, é para poucos. Aos 20 anos, o brasiliense [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="corpoNoticia" style="font-size: 14px;">
<h4>Estudante de cinema filma seu primeiro longa, financiado com o dinheiro de uma rifa de uma garrafa de uísque</h4>
<p><em>Por Bruno Galo, de O Estado de S. Paulo</em></p>
<div id="attachment_3032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/apenasofim2.jpg" rel="prettyPhoto[g3031]"><img class="size-large wp-image-3032" title="apenasofim2" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/06/apenasofim2-500x333.jpg" alt="José Luis da Conceição/AE - Matheus Souza entre Érika Mader e Gregório Duvivier que no filme vivem personagens que estão se separando" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">José Luis da Conceição/AE - Matheus Souza entre Érika Mader e Gregório Duvivier que no filme vivem personagens que estão se separando</p></div>
<p>Fazer um longa metragem não é tarefa fácil &#8211; ainda mais no Brasil. Lançar o filme no circuito, então, é para poucos. Aos 20 anos, o brasiliense Matheus Souza, conseguiu os dois feitos.</p>
<p>Nerd assumido, ele mora no Rio de Janeiro e cursa o último ano da faculdade de cinema. Decidido, conta que &#8220;nunca tinha feito nem vídeo para o YouTube. Queria fazer cinema, queria ver meu filme na sala escura&#8221;.</p>
<p>Em <em><span style="color: #333333;">Apenas o Fim</span></em>, que estreou na quinta-feira (11) em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília (e, dependendo do sucesso, pode ir para outras praças), Matheus escolheu falar da sua geração, &#8220;criada pela TV a cabo e educada pela internet&#8221;.</p>
<p>Foi na rede que ele encontrou uma aliada para divulgar seu filme e foi na rede que ele fez várias ações para fazer o filme acontecer.</p>
<p>O protagonista de <em><span style="color: #333333;">Apenas o Fim</span></em>, Tom, tem um blog (<a href="http://www.apenasoblog.wordpress.com/" target="ioMain"><span style="color: #24a1a8;">http://www.apenasoblog.wordpress.com</span></a>), em que escreve sobre seus problemas e pede conselhos para superar uma crise no relacionamento. A conclusão dessa história é contada depois &#8211; o que acontece no blog é uma prévia do filme &#8211; pura transmídia.</p>
<p>Quer dizer, qualquer um pode assistir ao filme e entendê-lo, mas para saber mais sobre o personagem, e o que aconteceu antes do longa, só lendo o blog. Os posts são escritos pelo próprio Matheus. Em um deles, escreve: &#8220;Ninguém me aguenta mais falando sobre isso (a tal crise no namoro). Até minha terapeuta muda de assunto e pergunta sobre minha mãe. Este blog foi o que me restou&#8221;.</p>
<p>Recheada de referências pop, como Cavalheiros do Zodíaco e Transformers, e cinematográficas, como Godard e Bergman, a comédia romântica (&#8220;feita em esquema de guerrilha, todo mundo ajudou&#8221;, explica o diretor) foi realizada com equipamento digital dentro da faculdade em que ele estuda. Essa foi uma das limitações impostas pela universidade &#8211; e diga-se de passagem, bem contornada pelo diretor estreante &#8211; para emprestar seus equipamentos.</p>
<p><strong><span style="color: #333333;">RIFA</span></strong> </p>
<p>Feita com o dinheiro de uma rifa de uísque durante as férias escolares, a modesta produção venceu o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo (os dois maiores festivais de cinema do País), como melhor filme pelo voto popular. Matheus aposta em diálogos ora leves, ora intensos, e longos planos-sequência para contar a última hora que esse jovem casal passou junto. A referência mais clara está nos ótimos<span style="color: #333333;"> <em>Antes do Amanhecer</em> (1995) e sua continuação <em>Antes do Pôr-do-Sol</em> (2004), de Richard Linklater. Matheus confirma a fonte, mas diz que seu cineasta preferido é Woody Allen.</span></p>
<p>A paixão pelo cinema, entretanto, veio bem antes dele conhecer o diretor nova-iorquino. <em><span style="color: #333333;">&#8220;A Bela e a Fera (da Disney) foi o primeiro filme que eu vi no cinema, quando tinha uns três anos, e saquei na hora que era aquilo que eu queria fazer.&#8221;</span></em> Ele pode até não ter enveredado pelo caminho da animação, mas é nos desenhos em computação gráfica da Pixar que ele acredita que o melhor e mais apaixonado cinema está sendo feito hoje em Hollywood.<span style="color: #333333;"> <em>&#8220;Ratatouille e Wall-E são obras primas da história do cinema. São, pra mim, quase Chaplin.&#8221;</em></span></p>
<p><strong><span style="color: #333333;">ONLINE</span></strong> </p>
<p>Longe dos filmes, é conectado que ele encontra seu habitat natural. <em>&#8220;Quando estou offline, fico neurótico. Preciso saber o que está acontecendo&#8221;,</em> garante. Ele usa o computador para quase tudo: se comunicar, se informar, se divertir, menos ver filmes. <em>&#8220;Não tô levantando nenhuma bandeira contra pirataria, mas para mim filme é para ser visto no cinema&#8221;,</em> diz ele, que garante assistir tudo que está em cartaz. <em>&#8220;Quando acabam os filmes bons, vejo os ruins.&#8221;</em></p>
<p>Atualmente, aguarda ansioso a chance de assistir ao filme filme independente norte-americano chamado <span style="color: #333333;"><em>Fanboys</em></span>, que conta a história de um grupo de amigos loucos por Guerra nas Estrelas. O longa foi lançado no início do ano nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil. Matheus admite que nesse caso acha justificável baixar o arquivo, uma vez que pode ser que não haverá outro jeito de ver o filme. Mas, ele diz que resiste e torce para que o filme seja lançado em DVD.</p>
<p>Fã de games, ele têm andado sem tempo para gastar com seus PSP e PS3. De qualquer forma, já planeja próximos trabalhos. Até já filmou um: Por Enquanto, seu projeto de conclusão de curso.</p>
<p>Para quem vê nele um prodígio, ele é o primeiro a desfazer o mau entendido: <em>&#8220;Sou só um cara de 20 anos, que fez um filme&#8221;.</em> É, <em><span style="color: #333333;">Apenas o Fim</span></em> tem tudo para ser apenas o começo de Matheus.</p>
<p><strong><span style="color: #333333;">Pouca grana e J.J. Abrams inspiram campanha online</span></strong></p>
<p><span style="color: #333333;">Na hora de lançar o filme no cinema, Matheus pensou &#8220;como fazer isso com pouca grana&#8221;. Lembrou-se de J.J. Abrams (criador de Lost, produtor de <em>Cloverfield</em> e diretor do último <em>Jornada nas Estrelas</em>, produções que tiveram uma maciça divulgação online) de quem é grande admirador e, guardada as devidas proporções, decidiu também apostar na web.</span></p>
<p>Antenado com o seu público alvo, Matheus bolou uma série de iniciativas online, espalhando o filme, pelas principais redes sociais, como Twitter, Orkut, Facebook, etc.</p>
<p>No canal do filme no YouTube, por exemplo, é possível assistir conselhos de pessoas famosos como Regina Casé e <strong>Marcelo Adnet</strong> (que faz uma participação especial no filme) para o protagonista Tom lidar com seu namoro em crise.</p>
<p>A partir do site oficial (<a href="http://www.apenasofimfilme.com.br/" target="ioMain"><span style="color: #24a1a8;">http://www.apenasofimfilme.com.br/</span></a>) é possível acessar todas as iniciativas online do projeto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,como-fazer-um-filme-antes-dos-20,2798,0.shtm">Estadão</a></p>
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		<title>Stand up na TV: há vagas para humoristas de bar</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 03:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TV brasileira se rende e a comédia em pé vira alvo de busca por novos talentos Por Alline Dauroiz &#8211; O Estado de S.Paulo   Foto: Achado do CQC, da Band, Danilo Gentili se vale do improviso do stand up para lidar com entrevistas (Paulo Liebert, AE) - Em meio a tantos personagens caricatos, roupas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>TV brasileira se rende e a comédia em pé vira alvo de busca por novos talentos</strong></p>
<p><em>Por Alline Dauroiz &#8211; O Estado de S.Paulo </em><em></em></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="TEXT-ALIGN: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1391" title="danilo_600" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2009/04/danilo_600.jpg" alt="danilo_600" width="600" height="400" /> </div>
<p class="fotoLightBoxP" style="text-align: center;">Foto: Achado do CQC, da Band, Danilo Gentili se vale do improviso do stand up para lidar com entrevistas (Paulo Liebert, AE)</p>
<p class="fotoLightBoxP" style="text-align: justify;">- Em meio a tantos personagens caricatos, roupas espalhafatosas e mais de 50 anos de bordões, um tipo diferente de humor começa a invadir a panelinha da TV, façanha que só foi possível, é claro, depois de virar febre nos bares, teatro e internet.</p>
<p style="text-align: justify;">De cara limpa, raciocínio rápido e muita espontaneidade, a comédia stand up, ou comédia em pé, virou uma mina de novos talentos, depois que o CQC, da Band, resolveu apostar, no ano passado, em três sucessos do YouTube &#8211; Danilo Gentili, Rafael Bastos e Oscar Filho &#8211; e alcançou repercussão imediata. De lá para cá, as emissoras abriram a caça aos novos comediantes do gênero, coisa que a TV americana já faz há muitos anos para abastecer seus sitcoms e talk shows. &#8220;Fomos descobertos pelo diretor do CQC (Diego Barredo), um argentino que não estava acomodado com a visão brasileira do que é comédia&#8221;, anota Gentili.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra aquisição da Band, Marcelo Marrom, do Grupo Deznecessários, foi descoberto no teatro por Adriane Galisteu e agora ganhou quadro no novo programa da loira. Humorista de stand up há apenas dois anos, o músico que compõe canções para o KLB e Inimigos da HP ainda nem assinou contrato com a emissora e já está sendo cobiçado pela Record. Na rede dos bispos, Marrom pode ter chance ao lado de Carlos Alberto e Vinícius Vieira, o Mendigo e o Gluglu (ex-Pânico).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Marcelo Adnet e Dani Calabresa, considerados revelações da MTV, também têm berço no espetáculo &#8220;em pé&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que esse povo tem de tão diferente? A chave parece estar na capacidade de improvisar. Num show, além da coragem de dar a cara a tapa sem vestir personagens, eles têm de estar muito atentos ao ambiente. &#8220;O diferencial é o free style, é sacar coisas na hora&#8221;, diz Marrom. Da notícia que acaba de pipocar nos sites ao mala sentado na plateia, tudo pode virar piada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1390"></span>&#8220;A TV demorou muito para entender que um comediante de stand up é bom porque antes de tudo é autor&#8221;, explica Gentili. &#8220;Por mais que não cante, não dance, ele é completo, pois escreve e pode criar textos até para outro fazer.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">É aí que está a vantagem para a TV. No CQC, por exemplo, antes de ir para a rua, os meninos têm de saber com quem poderão encontrar e o que os jornais andam falando, para montar uma base de piadas. E, se houver o fator surpresa, a experiência dos barzinhos é que conta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VAI PARA O TRONO?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Contratados para apresentar coisas diferentes do que fazem no palco, esses novos artistas bem que poderiam ganhar um programa de stand up, não? A situação divide opiniões.</p>
<p style="text-align: justify;">Do outro lado do balcão do humor, Carlos Alberto de Nóbrega, há 22 anos &#8220;escada&#8221; das esquetes na A Praça É Nossa (SBT) e fã do stand up, diz já ter tentado levar o gênero ao seu programa. &#8220;Mas um quadro desses quebraria o clima da Praça, seria um peixe fora d&#8217;água.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Gentili também acredita que o estilo exija uma plateia preparada. Não por se tratar de algo intelectualizado &#8211; &#8220;Isso não depende do formato, só do comediante&#8221;, diz &#8211; mas pelo que acredita ser o segredo do stand up: a identificação. &#8220;No meu show, as pessoas sabem do que se tratam minhas piadas. O público de TV aberta é heterogêneo, não é o ambiente certo&#8221;, afirma. Para ele, a melhor forma de o stand up se adaptar à TV é seguir os passos americanos e virar sitcom. &#8220;Mas, era preciso dar liberdade ao humorista.&#8221; Marrom concorda. &#8220;Fazemos muita piada com celebridades e marcas, e a TV vive disso.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Comediante há 22 anos, Marcelo Mansfield fundou um dos primeiros grupos de stand up no País, em 2004. Otimista, ele é daqueles que acreditam ter chance de emplacar o formato na telinha. &#8220;Tenho um piloto pronto, mas precisaria ter plateia. Falar só para uma câmera seria uma crônica. Daí, prefiro o Arnaldo Jabor.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,stand-up-na-tv-ha-vagas-para-humoristas-de-bar,360720,0.htm">estadão.com.br</a></p>
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		<title>Urgente! Casseta quer bombar na web</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 01:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trupe investe na internet para se reaproximar do público jovem e fazer frente à ascensão de novos programas de humor Por Bruno Galo Já há alguns anos o humor na TV brasileira passa por mudanças e vem ganhando ares, digamos, mais conectados. Desde 2003 o Pânico na TV, da RedeTV!, faz barulho com sua anarquia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Trupe investe na internet para se reaproximar do público jovem e fazer frente à ascensão de novos programas de humor</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Bruno Galo</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já há alguns anos o humor na TV brasileira passa por mudanças e vem ganhando ares, digamos, mais conectados. Desde 2003 o Pânico na TV, da RedeTV!, faz barulho com sua anarquia sem limites. No ano passado foi a vez do CQC &#8211; Custe o Que Custar, da Band, emergir com um humor mais crítico e politizado, e do 15 Minutos, da MTV, apresentar o Sr. Improviso, <strong>Marcelo Adnet</strong>, para o público.</p>
<p>Em comum, além da cara de pau de seus integrantes, esses programas são fenômenos de repercussão espontânea na internet. Todos garantem bons índices de audiência &#8211; para o padrão de suas respectivas emissoras -, mas é na web que eles ganham força, espalham-se como vírus e viram assunto nas rodinhas, principalmente dos mais jovens e conectados , sejam elas online ou offline.</p>
<p>E como ficam os Cassetas nessa história toda? O tradicional programa da trupe de humoristas está no ar na Rede Globo desde 1992 e não consegue provocar na internet o burburinho dos seus primos mais jovens. O grupo minimiza as comparações, nega que seu estilo esteja desgastado ou envelhecendo e diz achar natural que programas mais novos tenham esse &#8220;ibope&#8221; todo na rede. Enquanto isso, na TV o Casseta e Planeta, Urgente! ainda domina, apesar da queda de audiência registrada nos últimos anos &#8211; diga-se de passagem não apenas dele mas da Rede Globo e até da televisão aberta como um todo.</p>
<p>O fato é que os Cassetas não parecem dispostos a ficar chorando o leite derramado e decidiram voltar sua mira para a internet. &#8220;Sempre fomos um grupo multimídia e agora estamos voltando com tudo para a rede: é a <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=15640">Casseta 2.0</a>. Queremos reconquistar uma presença forte na web e atrair esse público online de volta para o nosso programa&#8221;, afirma o humorista Hélio de La Peña, que ocupa o pomposo cargo de ministro da internet na República Federativa dos Cassetas. Acredite, cada membro da trupe responde por um ministério: Claudio Manoel, pelo da televisão; Beto Silva, pelo dos livros, e assim por diante.</p>
<p>Na semana passada, junto com a volta do programa após as férias, a trupe relançou o seu site oficial (casseta.globo.com). Mas as novidades digitais não param por aí. A nova página é apenas o pontapé para iniciativas bem mais ambiciosas e diversificadas que já começam a pipocar pelas principais vertentes da web 2.0, como o MySpace, o YouTube e obviamente, o queridinho do momento, o Twitter. Além disso, eles acabam de &#8220;adotar&#8221; uma comunidade no Orkut. Tudo com o objetivo de estreitar a relação com os fãs online (leia mais no box ao lado).</p>
<p><strong>ORGANIZAÇÕES&#8230; TABANET?</strong></p>
<p>O namoro da turma com a internet, entretanto, é bem mais antigo. Em 1995, quando &#8220;a web ainda era movida a carvão&#8221;, brinca Hélio, eles lançaram o primeiro site. A semente deu frutos e o gosto pela tecnologia acabou gerando até uma empresa, em 2000, que cuidava dos projetos online do grupo, a Tabanet: mistura de Tabajara (nome da criativa e quase onipresente organização citada no programa) e internet, é claro. Mas nem tudo saiu como esperado, e a empreitada acabou não durando muito tempo.</p>
<p><span id="more-701"></span>Atualmente, junto com esse &#8220;upgrade&#8221; na presença online da trupe, eles planejam renovar o programa de TV com novos quadros de ficção. &#8220;Nos últimos dois anos, desde a morte do Bussunda, fizemos uma coisa mais cara limpa. E acabamos renovando pouco o nosso cardápio de personagens&#8221;, observa Claudio Manoel, o ministro televisivo. &#8220;Particularmente acho o processo de criação do humor de ficção muito mais rico, sem querer desmerecer ninguém, do que você apenas vestir um terninho e ficar lá brincando&#8221;, afirma Claudio. Assim como Hélio, ele diz ser espectador dos novos expoentes do humor televisivo nacional e afirma não os ver como concorrentes.</p>
<p>Independente da concorrência, os Cassetas vivem, neste momento, a tentativa de ensaiar uma reaproximação com o público mais jovem e conectado, que ao longo dos últimos anos parece ter perdido o interesse pelo humor do grupo, enquanto continuam com a obrigação de agradar a sua audiência global, que não é nada pequena. Na rede eles encontraram as possibilidades e as ferramentas para isso.</p>
<p>&#8220;Na internet podemos ser mais experimental&#8221;, observa Claudio. &#8220;A web é a maior aliada que um artista pode ter atualmente. Ir contra ela é estar na contramão da história&#8221;, complementa Hélio.</p>
<p>Ouvi-los falar entusiasmados sobre os seus muitos planos, mesmo estando há 17 anos no ar, não deixa dúvida que esses tiozões querem continuar, ainda por um bom tempo, no imaginário popular como os intérpretes cômicos dos principais acontecimentos do nosso, nem tão alegre, dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=15639">Estadão</a></p>
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		<title>Corra, que o zapping vem aí</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 20:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[retrô]]></category>
		<category><![CDATA[15 minutos]]></category>
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		<description><![CDATA[A MTV puxa o cordão dos canais que se rendem ao tempo de internet: a ordem é fragmentar Gustavo Miller &#8211; O Estado de S. Paulo - A TV brasileira acostumou-se durante décadas com programas que tinham uma ou meia hora de duração. Desde o ano passado, essa &#8220;regra&#8221; foi por água abaixo. Nos canais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A MTV puxa o cordão dos canais que se rendem ao tempo de internet: a ordem é fragmentar</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Gustavo Miller &#8211; O Estado de S. Paulo</em></p>
<p style="text-align: justify;">- A TV brasileira acostumou-se durante décadas com programas que tinham uma ou meia hora de duração. Desde o ano passado, essa &#8220;regra&#8221; foi por água abaixo. Nos canais fechados, pipocaram alguns programetes de 10, 15 minutos. E deu supercerto!</p>
<p style="text-align: justify;">Que o diga a MTV: na nova grade de programação, estreando amanhã, estão 8 atrações de 15 minutos, o dobro de 2008! E tem mais: a ESPN Brasil lança até abril dois semanais de 15 minutos; o Canal Brasil põe no ar, até o fim do primeiro semestre, 2 programas com o mesmo quarto de hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois fatores endossam a tendência. A primeira é o &#8220;tempo de internet&#8221;. Com a palavra, Raquel Affonso, gerente de Programação e Produção da MTV Brasil: &#8220;Nos rendemos à internet, nosso target maior é o jovem. Esse público é muito conectado, assiste à TV com várias janelas abertas: um site, o MSN, o Skype&#8230; A televisão concorre com isso.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Tecla SAP: como esses programas são bem curtos, eles também se dão bem em outras mídias, que exigem uma abordagem mais ligeira e direta. &#8220;Eles tiveram o dobro da média de audiência daqueles de uma e de meia hora. E ainda foram hit na rede&#8221;, comemora Raquel. O grande exemplo é o 15 Minutos. <strong>O humorístico de Marcelo Adnet é a maior audiência do canal e de seu site &#8211; fora a febre no YouTube.</strong> Sucesso semelhante, mas sem as mesmas proporções, tem o Larica Total, do Canal Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A ESPN Brasil tem em sua programação o Planeta EXPN, uma faixa diária dedicada aos esportes radicais. Nos seus últimos 15 minutos há sempre um programa especial à parte. O motivo? Adivinhem&#8230; &#8220;Nosso público é de internet. Quem acompanha uma competição, como o WCT de surfe, já faz isso pelo site do campeonato há anos&#8221;, diz Renata Netto, editora-chefe do Núcleo EXPN.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Pesquisas internas mostram que nosso público fica, no máximo, 16 minutos vendo o programa&#8221;, continua. De olho nessa audiência, o canal terá no fim de março a estreia de Game Up, semanal de 15 minutos sobre videogames.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Sou fã do Larica e do Adnet. Talvez eles tenham me influenciado inconscientemente&#8221;, ri José Trajano, diretor de Programação e Jornalismo da ESPN Brasil. Ele explica o segundo motivo para a aposta pelos programetes: são um ótimo curinga na hora de montar uma grade televisiva. &#8220;Nossa programação precisava de uma respirada. Era só jogo de duas horas, cobertura de uma hora&#8230;&#8221;, enumera.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma solução interessante para o grande intervalo que temos entre a exibição de dois filmes&#8221;, diz Alexandre Cunha, gerente de Programação do Canal Brasil, que tem em seu baralho as seguintes cartas de tiro curto: Catálogo, Estúdio 66 e Larica Total.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para o GNT, os programetes ainda têm uma terceira explicação: cobaias de programas futuros. &#8220;Muitos quadros do Armazém 41 tinham entre 12 e 15 minutos e hoje são programas de 30 minutos&#8221;, diz a gerente de Marketing do GNT, Carla Esteves. &#8220;Vira uma degustação relevante para o intervalo dos filmes.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Tal tipo de programa (ainda) não chegou às grandes redes abertas brasileiras. Principal responsável pela popularização do formato, a MTV desdenha a hipótese. &#8220;Sempre lançamos tendências. Se virar <em>mainstream</em> demais não serve mais para nós&#8221;, polemiza Raquel Affonso.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup331562,0.htm">Estadão</a></p>
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		<title>Humor de cara limpa</title>
		<link>http://www.marceloadnet.com.br/retro/humor-de-cara-limpa</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 20:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Furo MTV]]></category>

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		<description><![CDATA[MTV aposta em programas curtos, como o Furo MTV, com Bento Ribeiro e Dani Calabresa Gustavo Miller - O Estado de S.Paulo  - &#8221;Tô parecendo a Viúva Porcina!&#8221;, reclama, aos risos, a comediante Dani Calabresa, assim que vê no espelho do camarim da MTV o visual elaborado pelo cabeleireiro do canal. Olho para o seu coque e brinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>MTV aposta em programas curtos, como o Furo MTV, com Bento Ribeiro e Dani Calabresa</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Gustavo Miller - O Estado de S.Paulo</em></p>
<p style="text-align: justify;"><script type="text/javascript"></script> - &#8221;Tô parecendo a Viúva Porcina!&#8221;, reclama, aos risos, a comediante Dani Calabresa, assim que vê no espelho do camarim da MTV o visual elaborado pelo cabeleireiro do canal. Olho para o seu coque e brinco que ela está parecendo a política americana Sarah Palin. E peço ao fotógrafo atrás da porta para fazer uma imagem dela para a capa deste TV&amp;Lazer. &#8220;Então desmonta isso! Pareço aquelas tias que se estapeiam por bem-casado&#8221;, berra Dani, fazendo rir o corredor inteiro do prédio da MTV.</p>
<p style="text-align: center;"> <img src="http://www.estadao.com.br/fotos/furomtv.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Estado acompanhou a gravação do piloto do Furo MTV, que estreia amanhã às 22h15. No ar de segunda a sexta-feira, a atração é considerada a cereja das oito novidades de 15 minutos que a emissora preparou para este ano.</p>
<p>Embora seja uma mistura de jornalismo com humorístico, o programa não tem nada do CQC, da Band. As influências são os americanos The Daily Show with Jon Stewart e o quadro Weekend Update, do Saturday Night Live, que revelou ao mundo a atual queridinha da América, a comediante Tina Fey.</p>
<p>Ambos fazem piadas com as notícias do dia e da semana, informando de uma maneira leve e divertida.</p>
<p>Nessa aposta ousada, Furo MTV mira alto e acerta o alvo. No comando da atração estão a própria Dani, humorista de stand-up comedy com participações no Pânico e em programas da própria MTV, e o ator e roteirista Bento Ribeiro (filho do escritor João Ubaldo), que até o final do ano passado era o Juca, de A Favorita, na Globo.</p>
<p>Os dois têm 27 anos e se completam. Enquanto ela, italianíssima, fala alto e gesticula muito, ele é o oposto, low profile, que quando abre a boca é para disparar algum comentário sarcástico e mal-humorado. Na tela, funciona.</p>
<p style="text-align: justify;">O cenário é simples: uma bancada prateada moderninha, com uma parafernália atrás que lembra aquele reator de aceleração de partículas que está na Suíça e vai nos mandar para o espaço (brincadeira!), o LHC. Ao fundo, em cada canto, há dois televisores LCD. Os dois leem as notícias e fazem comentários engraçadinhos. Na hora do improviso, é difícil errarem, pois são ligeiros. Só o texto compromete em alguns momentos, com alguns trocadilhos infames que poderiam estar num roteiro do Casseta &amp; Planeta.</p>
<p>O telejornal também se aproveita de artes e montagens para ilustrar alguns fatos. Junto dos improvisos, são os melhores momentos do programa, que ainda tem o blogueiro Didi Ferreira (Te Dou Um Dado?) nas reportagens externas. O papel dele é ser, em suas próprias palavras, um &#8220;Amaury Jr. gay&#8221;.</p>
<p>Dani e Ribeiro estão empolgados com a possibilidade de fazerem um humor de cara limpa na televisão, que não apela para gostosonas ou imitações de Silvio Santos e Clodovil. &#8220;Adoro esse tipo de humor, de sarcasmo, como (das séries) Seinfeld, 30 Rock, King of Queens e Frasier. É a minha chance de fazer algo irado. Novela eu nem assistia: fiz um teste e me chamaram&#8221;, alfineta o carioca Ribeiro, que passará toda a semana em São Paulo para as gravações matutinas. &#8220;O programa terá de render uns três anos, pois aluguei um apartamento lá no Rio, com um contrato por todo esse tempo&#8221;, ri.</p>
<p><em><strong>&#8220;Improviso é o melhor tipo de comédia, odeio caracterizações. O Adnet e os meninos do CQC nos ajudaram muito ao trazer esse tipo de humor para a TV&#8221;,</strong></em> agradece Calabresa. Com razão.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup331563,0.htm">Estadão</a></p>
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		<title>Emissora testa caras novas em sua programação de verão</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 00:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[retrô]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Furfles]]></category>
		<category><![CDATA[Verão MTV]]></category>

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		<description><![CDATA[Gêmeas atletas viram VJs na MTV Por Keila Jimenez Como é de praxe nessa temporada, a MTV testa novos VJs em sua programação de verão. A aposta da vez são as gêmeas, atletas de nado sincronizado, Bia e Branca Feres, que estréiam na emissora musical abrindo o Verão MTV, com o Dicas de Verão. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Gêmeas atletas viram VJs na MTV</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Keila Jimenez</em></p>
<p style="text-align: justify;">Como é de praxe nessa temporada, a MTV testa novos VJs em sua programação de verão. A aposta da vez são as gêmeas, atletas de nado sincronizado, Bia e Branca Feres, que estréiam na emissora musical abrindo o Verão MTV, com o Dicas de Verão.</p>
<p style="text-align: justify;">A temporada de atrações que descem a serra começa a ser gravada em dezembro em Jurerê, Florianópolis.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Apenas um programa será gravado em Maresias, em São Paulo, o restante será todo em Florianópolis&#8221;, conta a diretora de Programação da MTV, Cris Lobo. &#8220;Gostamos de lançar caras novas nessa época e achamos que essas gêmeas têm grande chance de emplacar na programação fixa da emissora, depois do verão.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra VJ nova da temporada é Titi Müller, que comandará ao lado de Kika o Uh La lá. O programa é uma espécie de bate-papo de amigas sobre sexo, em uma tendinha armada na praia. O público poderá participar com dúvidas, usando uma máscara de Paris Hilton para evitar constragimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lobão e João Gordão também colocam sunga e chinelão. Lobão apresenta na praia o Pocket Show, formato similar ao Luau MTV, sempre com convidados em um show acústico. Já João Gordo entrevista famosos em seu Gordo Chic Show.</p>
<p style="text-align: justify;">O MTV Praia, programa diário e ao vivo que costura a programação de verão será comandado por Penélope.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E Marcelo Adnet deixa o seu quarto da bagunça e se perde pela areia fazendo entrevistas e musicais ao lado de seu companheiro, Kiabbo, no Arrastão do Adnet.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Verão MTV estréia no dia 12 de janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081115/not_imp277967,0.php">Estadão</a></p>
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		<title>Ping-pong com Marcelo Adnet</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 01:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[retrô]]></category>
		<category><![CDATA[15 minutos]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8216;Se o programa tivesse uma hora ele não teria esse potencial viral&#8217; Por Gustavo Miller Finalmente deixo com vocês a entrevista que eu fiz com a equipe toda do 15 Minutos, da MTV. Passei algumas horas acompanhando a gravação do programa, e escrevi no último domingo um making-of, contando com detalhes exclusivos os bastidores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong>&#8216;Se o programa tivesse uma hora ele não teria esse potencial viral&#8217;</strong></em></p>
<p><em>Por Gustavo Miller</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/clock.jpg" rel="prettyPhoto[g1882]"><img class="aligncenter size-full wp-image-2388" title="clock" src="http://www.marceloadnet.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/clock.jpg" alt="clock" width="292" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente deixo com vocês a entrevista que eu fiz com a equipe toda do 15 Minutos, da MTV. Passei algumas horas acompanhando a gravação do programa, e escrevi no último domingo um <em>making-of</em>, contando com detalhes exclusivos os bastidores da atração comandada por <strong>Marcelo Adnet </strong>e Kiabbo.</p>
<p>Para ler a matéria, segue o link: &#8220;<a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup216517,0.htm">Invadimos o quarto do Adnet</a>&#8220;. Agora, o ping-pong que só tem aqui no DPL!, rapá:</p>
<p>Eu estava acompanhando as gravações e olhando o roteiro e vi que você não segue quase nada dele. É tudo improviso?</p>
<blockquote><p><strong>ADNET </strong>- Sim, sim. O legal do programa é você pirar, poder fazer o que quer. Quando eu abro espaço para o Kiabbo é praticamente para ele falar o que quiser, não há nada roteirizado para ele. O programa tem muito teor de improviso. Eu falo que do roteiro do Théo Poppovic eu o transformo de 20 a 80%. Eu nunca faço totalmente o que está escrito nem ignoro totalmente. Esse fator surpresa é um dos nossos trunfos, né, rapaz?</p>
<p><strong>KIABBO </strong>- A gente flui bem quando começa a improvisar.</p></blockquote>
<p>O programa é mesmo todo pautado pelas idéias dos internautas?</p>
<blockquote><p><strong>A </strong>-Tem muita idéia de e-mail que a gente lê e pensa em pauta. Às vezes não é uma proposta direta, é uma coisa assim: &#8220;Eu gosto muito de andar nu&#8221;. Daí a gente faz um programa sobre naturismo. O e-mail puxa uma idéia. Ou a gente mesmo propõe. Tem de ser um assunto em que eu mesmo sinta a vontade de falar, como um programa sobre cultura islandesa.</p>
<p><strong>K</strong> -Mas a gente já fez um sobre a Bósnia&#8230;</p>
<p><strong>A</strong> &#8211; Porque eu tô ligado na Bósnia! (<em>risos</em>)</p>
<p><strong>RENATA</strong> (a produtora) &#8211; E a partir do momento que definimos um tema, fazemos o processo contrário. A gente vai nos e-mails e vê o que pode ser jogado no programa. A caixa postal lota todo dia e às vezes não recebemos nada.</p></blockquote>
<p>O programa de vocês pega mesmo na internet, principalmente as modinhas. No YouTube tem um cara que põe TODOS os programas de vocês.</p>
<blockquote><p><strong>A </strong>- Eu acho ótimo, gosto muito disso, desse retorno. Acho esse assédio muito saudável, é um reconhecimento. Tem uma música que eu fiz há muito tempo para sacanear playboy, chamada <em>Furfles Feelings</em>. A gente cantou no programa uma vez, sem dar nada, e o pessoal enlouqueceu com a música. Aí um cara no YouTube pirou em cima dela e fez uma batida, efeito de voz&#8230; O mini-hang loose eu fiz no segundo programa. Nunca pensamos em fazer nada para pegar.</p></blockquote>
<p>O programa curtinho, que funciona na TV e na web, é um caminho para o futuro da televisão?</p>
<blockquote><p><strong>K </strong>- Cara, é um caminho que vai acabar rolando naturalmente nas outras emissoras: programas mais curtos que pegam o público da internet, que está acostumado a ficar menos tempo em frente da TV e mais em frente ao do computador. A MTV foi pioneira. Acredito que daqui um tempo haverão mais programas nesse formato.</p>
<p><strong>FÁBIO </strong>(o diretor) &#8211; O grande diferencial nosso é o tempo mesmo. O YouTube tem um limite de tempo de 10 minutos e essa restrição de tempo nos ajudou muito. Se o programa tivesse uma hora ele não teria esse potencial viral.</p></blockquote>
<p>Como o cenário do quarto foi pensado? Ninguém limpa o cenário? No programa gravado há duas horas o Adnet jogou um dicionário no Kiabbo. No programa gravado agora o dicionário continuava lá no chão!</p>
<blockquote><p><strong>F </strong>- O pessoal na hora de montar o cenário faz tudo bonitinho e a gente vai lá e suja, joga umas coisas no chão. O cartaz &#8220;Ó o Auê Aí Ó&#8221; [é exemplo de coisas que foram sendo agregadas com o passar do tempo. No começo, o programa só tinha esses papéis de temática russa. Na primeira semana a gente fez essa gíria de carioca que não tem consoantes e todo mundo entende. Já o cartaz do &#8220;O Uanhenga é o cara&#8221; é para um garoto do Paraná com esse sobrenome que nos mandou um e-mail. A gente acabou fazendo um programa sobre nomes estranhos! (risos) Aquilo lá atrás é uma placa da China que diz que não pode cuspir. É aquela coisa desarrumada de quarto de menino. Tudo o que a gente vai trazendo vai ficando. O surdo, por exemplo, veio emprestado e ficou.</p>
<p><strong>A</strong> &#8211; O Uanhenga ficou muito famoso na cidade dele e um amigo dele até pediu para a gente não citá-lo mais que ele estava se sentindo muito. (<em>risos</em>)</p></blockquote>
<p>O celular do Adnet tocou algumas vezes no programa. É dele mesmo ou também faz parte do cenário?</p>
<blockquote><p><strong>F</strong>- É dele, e toca de verdade mesmo. Mas às vezes eu ou o Théo (roteirista) ligamos a cobrar para zoar.</p></blockquote>
<p>Fonte: Blog Daqui pra Lá!</p>
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		<title>Invadiram o quarto do Adnet!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 01:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[retrô]]></category>
		<category><![CDATA[15 minutos]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de SP]]></category>

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		<description><![CDATA[Passamos duas horas com o programa cheio de números que é o maior sucesso da MTV Por Gustavo Miller &#8211; O Estado de S.Paulo O programa 15 Minutos, da MTV, nasceu para ser um superlativo de inferioridade. Seu tempo, menos de 1/4 de hora, é algo curto para o padrão televisivo, mas com a cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Passamos duas horas com o programa cheio de números que é o maior sucesso da MTV</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Gustavo Miller &#8211; O Estado de S.Paulo</em></p>
<p style="text-align: justify;">O programa 15 Minutos, da MTV, nasceu para ser um superlativo de inferioridade. Seu tempo, menos de 1/4 de hora, é algo curto para o padrão televisivo, mas com a cara da internet. Porém, prestes a completar cinco meses no ar, ele ganhou ares de superlativo de superioridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu primeiro disco, uma coletânea das melhores músicas cantadas na atração, teve 230 mil downloads. O segundo, 160 mil. Dez mil é a média de audições que seu podcast (rádio virtual) recebe. E 23.917 é o número de mensagens que sua caixa de e-mails tem. Mesmo o número 1 é grandioso: isso indica que é dele a maior audiência da MTV, assim como o torna dono do blog mais lido da music television.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender um pouco desses milhares de números, passamos duas horas dentro do quarto de <strong>Marcelo Adnet </strong>e de Kiabbo, os apresentadores de 15 Minutos. E nem precisamos ir até o bairro do Humaitá, no Rio, que é onde fica a casa imaginária da dupla. Na verdade, o cafofo deles fica no Sumaré, em São Paulo, onde o carioca Adnet grava às segundas todos os capítulos do programa que vai ao ar de segunda a quinta-feira, sempre às 21h45.</p>
<p style="text-align: justify;">O cenário é minúsculo, parece um puxadinho improvisado dentro de um estúdio. E todo bagunçado, que é para dar a idéia de quarto de solteiro. Durante a gravação de um episódio sobre signos, Adnet atira um dicionário contra o mascarado Kiabbo. No programa que foi gravado logo depois, com a temática gay, o &#8220;pai dos burros&#8221; continuava no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">O formato de 15 Minutos não muda. Adnet, sempre em frente ao computador, lê e-mails dos telespectadores (na tela está o roteiro, mas o programa é quase todo pautado por idéias do público), enquanto o músico Felipe Ricotta, vulgo Kiabbo, dedilha o violão. As piadas, músicas e imitações que marcam o programa se repetem quando as câmeras estão desligadas. Adnet até canta funk carioca com a produtora.</p>
<p style="text-align: justify;">O roteiro é solto. Kiabbo diz o que quer e Adnet abusa do tipo de humor que o revelou: o improviso.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><em>&#8220;Transformo o texto de 20 a 80% &#8220;, </em>jura<em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por justamente ter essa característica, ele sofre para fazer um merchandising decorado de cerca de 30 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o cronômetro do Estado, um episódio foi gravado em 25 minutos. Mas aí há de se considerar uma pausa de cinco minutos e a exibição de uma reportagem externa, que consumiu mais dois. Resultado final: Kiabbo e Adnet gravaram o show em 18 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Só o merchan, em compensação, levou oito.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup216517,0.htm">Estadão</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Nota de Santi</em>: o ping-pong da invasão está detalhado no <a href="http://daquiprala.blogspot.com/">blog </a>de Gustavo Miller. SHOW de bola!</p>
]]></content:encoded>
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