Tiago Leifert, Marcelo Adnet e Felipe Andreoli ‘formam’ boy band em festa da Globo

Quem era jovem no início deste século sabe a sensação que vem de dentro quando começa a tocar a música ‘I Want It That Way’, dos Backstreet Boys. Tiago Leifert, Marcelo Adnet e Felipe Andreoli não conseguiram se conter durante a gravação da vinheta de fim de ano da Globo quando ouviram “You are my Fire…”

Tiago Leifert, Marcelo Adnet e Felipe Andreoli formam boy band em festa da Globo   2016

Em um vídeo compartilhado pelo apresentador em seu Twitter, nota-se que os três têm futuro como membros de uma boy band (ou não).

Fonte: Estadão

Globo estreia a nova temporada da ‘Escolinha do Professor Raimundo’

Globo estreia a nova temporada da ‘Escolinha do Professor Raimundo’   globo tv 2016

No dia 16, a turma mais irreverente do Brasil estreia com episódio inédito a nova temporada na Globo. O especial completo da nova ‘Escolinha do professor Raimundo’, com os 10 episódios exibidos pelo VIVA e mais seis exclusivos, irá ao ar aos domingos, após o Esporte Espetacular. Sob a direção geral de Cininha de Paula e redação final de Daniel Adjafre e Péricles Barros, os 20 personagens emblemáticos da homenagem e seus novos intérpretes estão mais afiados que nunca. “Os textos estão ainda melhores e conectados com o dia a dia. Os atores também assimilaram ainda mais a essência desses personagens clássicos, que estão no imaginário do brasileiro”, conta a diretora.

Bruno Mazzeo (Professor Raimundo) segue no comando da turma composta por Ângelo Antônio (Joselino Barbacena), Betty Gofman (Dona Bela), Dani Calabresa (Catifunda), Ellen Roche (Capitu), Evandro Mesquita (Armando Volta), Fabiana Karla (Cacilda), Fernanda de Freitas (Marina da Glória), Fernanda Souza (Tati), Kiko Mascarenhas (Galeão Cumbica), Lucio Mauro Filho (Aldemar Vigário), Marcelo Adnet (Rolando Lero), Marcius Melhem (Seu Boneco), Marco Ricca (Pedro Pedreira), Marcos Caruso (Seu Peru), Maria Clara Gueiros (Cândida), Mateus Solano (Zé Bonitinho), Otaviano Costa (Ptolomeu), Otávio Müller (Baltazar da Rocha) e Rodrigo Sant’Anna (Batista).

“A ‘Escolinha’ toca no afetivo das pessoas porque foi um programa assistido por várias gerações. Na primeira temporada do especial foi uma comoção geral, tanto para o público quanto para o elenco, estávamos todos muito emocionados. Já agora, na segunda, tem também um público que assistiu o programa pela primeira vez no ano passado e curtiu bastante. É um clima de celebração, uma alegria renovada”, conclui Bruno Mazzeo.

Fonte: Area Vip

Gravações da nova temporada do “Tá no Ar” tem data definida

Gravações da nova temporada do “Tá no Ar” tem data definida   ta no ar tv

Apesar de estar envolvido nas gravações do seu mais novo talk show na Globo, o “Adnight”, Marcelo Adnet é confirmado na 4ª temporada do “Tá no Ar: A TV na TV”.
O humorístico, que retorna em janeiro de 2017 nas noites de terça-feira, vai ter suas gravações retomadas em outubro, segundo informa o colunista Flávio Ricco.
Diante do sucesso em críticas e repercussão, o programa está no ar na Globo desde 2014, garantida na grade do canal por ser ousada ao abordar temas.
Fonte: N10

Marcelo Adnet: ‘Não sou um carreirista do humor’

Humorista opina sobre a TV, a geração conectada e a política

Marcelo Adnet: ‘Não sou um carreirista do humor’   2016

Está em seus planos virar um novo Jô Soares? Não penso nisso, e não devo me comparar aos outros. Ninguém nunca vai alcançar o Jô, porque o Jô é o Jô. Estar na TV é uma aventura. Meu trabalho tem de ser lúdico, leve e prazeroso. No dia em que não for mais feliz, vou partir para outra. Não sou um carreirista do humor.

Você é um trunfo da Globo para atingir a geração conectada. Qual o segredo disso? A galera da internet se expressa de um jeito muito pessoal. Toda vez que você se exibe na TV de maneira mais solta, menos institucional, a turma da internet se sente agraciada. Quando você quebra o formato previsível das coisas, eles vibram. É por aí. Mas essa coisa de que a TV morreu, a TV acabou, não vejo de jeito nenhum.

Na crise política, Danilo Gentili se queixou de que muitos colegas não estavam fazendo humor contra o poder. Qual sua visão sobre o tema? Se o Danilo tem uma opinião formada, ele está certo em fazer esse humor político que diz que faz. Agora, se a pessoa tem uma opinião nebulosa e quer ser mais cuidadosa, é um direito dela. Se eu tivesse convicção de algo, iria fundo. Mas, se você não se sente à vontade, para que falar? Tomo cuidado para não transformar o humor em panfleto político. Não dá para ser leviano e levantar um bandeirão, dizer que o impeachment é um absurdo ou que o impeachment é corretíssimo. É complexo.

Sua paródia de Chico Buarque com letras de direita tinha como alvo a polarização política. O que o motivou? No Brasil, mais que compreender a política, há uma mania de tratá-la como disputa de futebol. É guerra de torcidas. Ao tratar de futebol, aliás, a gente tem mais cuidado do que com a política. É um chamando o outro de petralha, coxinha, Rouanet. Graças a Deus, nunca recebi um centavo da Lei Rouanet. Mas pediram até boicote ao Adnet.

É mesmo? Sim, houve uma caça às bruxas. Fui chamado de comunista. Não esperava essa reação, mas tudo bem. Três anos atrás, Chico Buarque era um grande compositor brasileiro. Hoje, é um petralha. A opinião política do Chico não me interessa. Não é por causa disso que ele deixará de ser um músico maravilhoso. Nós, brasileiros, ficamos nos derrubando o tempo todo. O brasileiro é um golpista contra o próprio brasileiro.

Paparazzi já o flagraram em cenas de carinho com garotas. Em casa, isso rende briga ou piada? A gente fica perplexo. Da última vez, o cara me fotografou dando um abraço e disse que eu tinha beijado todo mundo. Poxa, é óbvio que não beijei ninguém. Mas sigo minha vida com tranquilidade. A sorte do fotógrafo é que trabalho tanto que não tenho tempo de ir a um advogado.

O mau humor com a política já passou? Ainda não, mas acho que o fundo do poço ficou para trás. O momento é de retomada do bom humor. Esse climão pesado aos poucos se dissipará. Nós, humoristas, estamos aí para ajudar.

Fonte: Veja

Nova ‘Escolinha do Professor Raimundo’ ganha 2ª temporada

Sucesso do ano passado garantiu nova edição do humorístico, com 16 episódios inéditos e mesmo elenco

Nova Escolinha do Professor Raimundo ganha 2ª temporada   2016

Passar pela primeira temporada foi uma prova de fogo. A nova Escolinha do Professor Raimundo estreou em 2015 com um novo time de atores e humoristas prestando homenagem ao programa original, comandado por Chico Anysio, e aos personagens que formaram a histórica sala de aula. Foi um desafio e tanto para todos os envolvidos, sobretudo para Bruno Mazzeo, filho de Chico e que interpretou o professor Raimundo Nonato, papel eternizado justamente pelo pai. Parceria entre Globo e Viva, teve sete episódios, com participações de nomes como Lúcio Mauro Filho, fazendo Aldemar Vigário (personagem que também foi de seu pai, Lúcio Mauro, na antiga Escolinha); Rodrigo Sant’Anna, como Batista; Betty Gofman, como Dona Bela; Otaviano Costa, como Ptolomeu; Marcelo Adnet, como Rolando Lero; Marco Ricca, como Pedro Pedreira; Marcos Caruso e Mateus Solano, impagáveis, respectivamente, como Seu Peru e Zé Bonitinho, entre outros.

Mas a nova Escolinha fez tanto sucesso que ganha agora uma segunda temporada, com mais capítulos do que a anterior. O programa estreia nesta segunda, 12, no canal Viva, com 10 edições diárias, de segunda a sexta-feira, às 20h30. O humorístico completo, com 16 programas, incluindo seis inéditos, vai ao ar a partir de 16 de outubro, nas tardes de domingos, depois do Esporte Espetacular, na Globo – no Viva, o especial completo será exibido em 2017. Quando se soube que a nova Escolinha teria uma nova temporada? “Desde o fim da primeira, graças à resposta tão carinhosa por parte do público”, responde Bruno Mazzeo, em entrevista ao Estado.

Com direção-geral de Cininha de Paula – que estava na direção da Escolinha original, nos anos 1990 – e redação final de Daniel Adjafre e Péricles Barros, a segunda temporada da atração reuniu todos os atores da primeira, que repetem, novamente com entusiasmo, seus personagens. Ao Estado, Bruno Mazzeo fala sobre a repercussão após a estreia do programa e como será a nova temporada.

Como foi para você e para o restante do elenco a experiência com a primeira temporada da nova Escolinha?

A primeira temporada foi uma delícia de fazer e a repercussão foi muito positiva. Isso foi muito importante para todos nós, porque buscamos fazer uma grande homenagem a esse programa que foi um marco na TV brasileira. Na verdade, uma homenagem à comédia brasileira.

No seu caso, como foi a repercussão do público?

A repercussão foi incrível, com certeza muito maior do que eu imaginava. Vi o quanto a Escolinha toca no afetivo das pessoas. Pude perceber isso nas ruas, no jeito emocionado e emocionante com o qual vinham falar comigo. Por isso disse e repito: não fizemos um programa de humor, mas um programa de amor.

Como foi possível reunir todos os atores da primeira temporada nesta segunda?

Esse foi um dos grandes desafios da equipe de produção, juntar todo mundo. São 20 atores e todos envolvidos com outros projetos e compromissos. Mas todos nos apegamos muito à homenagem em 2015. Acho que todo o elenco estava ansioso para o retorno. O público sempre perguntava nas ruas, com muita expectativa.

Aquele sentimento de responsabilidade, o frio na barriga ao retomar um programa que foi tão marcante na carreira de Chico Anysio ficou para trás, junto com a primeira temporada, ou isso ainda acompanha você nesta nova temporada?

Estar de volta é tão emocionante quanto estrear. Mas também tem seu peso, né? De continuar com o trabalho que desenvolvemos na primeira temporada. Acredito que estamos ainda mais à vontade e descontraídos durante as gravações. Estamos tomando “posse” dos personagens e isso é sempre positivo para a comédia.

Há novidades?

O formato, claro, segue o mesmo. Assim como os personagens: ninguém entrou, ninguém saiu. Mas com certeza o texto foi aprimorado e os próprios atores já estão mais à vontade com seus personagens. Na nova temporada, as piadas se mantêm fiéis às características do programa, mas sempre associadas a temas atuais. O roteiro reflete no texto questões que estão no cotidiano do brasileiro, como a crise. Claro, os temas são abordados em tom de brincadeira.

Vocês chegaram a pensar em incluir novos personagens?

Pensamos sim, mas, por motivos diferentes, não rolou.

A nova temporada tem mais episódios que a primeira. Por quê?

O projeto deu tão certo em 2015 e o retorno nas ruas foi tão positivo que o público merece. Deu um gostinho de quero mais, não só para eles, como para nós.

Fonte: Estadão