E ao que tudo parece o nosso querido Rodrigo Scarpa, mais conhecido como Vesgo, aprovou a imitação que O CARA Marcelo Adnet fez no último Furfles.
Tanto é que antes mesmo de o programa ir ao ar, ele postou no seu Twitter uma foto do Marcelo com o Fábio Rabin durante as gravações!

E quem viu sabe! Seria impossível não gostar! Foi DEMAIS!
Marcelo Adnet foi abordado pelos rapazes do Pânico, logo após sua participação no 23º Prêmio Abril de Publicidade. Sacaneou, foi sacaneado, cantou funk e bebeu Ypiroca. De prêmio, ganhou um colchão… de solteiro. Confira:
Colaboração: Murilo
WELLINGTON MUNIZ: ator do Pânico na TV está aberto a propostas da concorrência
Por Kathia Natalie
Em dezembro deste ano, termina o contrato de Wellington Muniz, o Ceará do humorístico Pânico na TV, da RedeTV!. Mas o comediante, que hoje é tido como o melhor imitador de Silvio Santos, não está preocupado com a renovação. Afinal, ele garante que convites não lhe faltam.
“Essa é a época de renovação, e já recebi várias propostas de outras emissoras. Eu visto a camisa do meu programa e estou no grupo há muito tempo. Mas, não descarto ouvir as pessoas que gostam do meu trabalho e querem me valorizar. Embora o trabalho seja de equipe, eu, assim como todo mundo na hora da renovação, preciso ver o que vai ser bom para mim”, justifica Ceará a O Fuxico.
O humorista, que em fevereiro completou 36 anos, está no Pânico desde 2003, quando a atração estreou. E, com a experiência de seis anos de televisão, tem os pés no chão quando o assunto é seu futuro profissional.
“Gostaria de me dedicar mais ao desenvolvimento dos meus personagens. É importante deixar claro que, mesmo sendo um artista, não deixo de ser um profissional. Ou seja, sou um produto. Na televisão, hoje, você só vale o quanto vende. Por isso, não descarto nenhuma possibilidade. Quando se trata de negócio, escuto mais. Tenho propostas, sim, de outras emissoras. Graças a Deus! De certa forma, isso indica a qualidade do trabalho de uma pessoa. Então, acho que vale a pena você ouvir. Você tem que estar satisfeito e sou um cara que gosto de desafios”, diz ele, que também ficou conhecido por imitar outras celebridades, como Dercy Gonçalves e Clodovil, já falecidos.
Inquieto, Ceará também sonha com a chance de dar vida a outros personagens e desenvolver-se ainda mais como comediante, a exemplo de Marcelo Adnet, do 15 Minutos, da MTV.
“Conheço o trabalho do Marcelo Adnet e curto bastante. Tenho essa vontade e inquietude de fazer algo em que possa me mostrar mais, mas não seria algo parecido com o programa dele. Gostaria de um espaço para mostrar melhor minhas piadas e imitações. Mas sei que isso é uma coisa natural. Se tiver que ocorrer, será com o tempo. Quero fazer outros personagens. No momento, estou começando a dar vida ao José Luiz Dantena, uma brincadeira com o Luiz Datena. E também na imitação da Marília Gabriela”, conclui.
Fonte: O Fuxico
“Mãe, é verdade que as pessoas da nossa família morrem de repente? Mãe? Mãããe?” Achou graça? Entenda por quê.
Texto Karin Hueck
Fotos Dulla
Você já deve ter visto pelo menos uma das cenas abaixo na TV nos últimos meses:
- Danilo Gentili encarnando o repórter inexperiente no programa Custe o que Custar, o CQC. Ao padre Marcelo Rossi, Danilo perguntou se ele gravou um cd ‘demo’ e o vereador Agnaldo Timóteo foi chamado de Agnaldo Rayol, enquanto o humorista derrubava o microfone e lia perguntas absurdas de um papel amassado.
- Marcelo Adnet, apresentador do programa 15 Minutos da MTV, imitando o ator José Wilker cantando funk: “Quem não dá incentivo pro cinema: créu / quem não gosta de arte em geral: créu, créu, créu.”
- O falecido deputado/estilista/apresentador Clodovil Hernandez sendo perseguido pela turma do Pânico da TV. Para lotar o teatro em que a peça de Clô estava em cartaz, os personagens Vesgo e Silvio levaram um ônibus cheio de senhoras à apresentação, na campanha batizada de “Lota Clô”.
Todo humor é uma quebra de um padrão mental. A piada começa fazendo sentido até o momento em que acontece uma ruptura – e, com ela, a risada.
O humor, aos olhos dos especialistas
Veja o que os humoristas pensam do assunto:
WELLINGTON MUNIZ, o Ceará, do Pânico na Tv
“É um estado de espírito, em que o regozijo de quem ri ou faz rir deixa as pessoas com mais ânimo e com um bem-estar indescritível.”
SABRINA SATO, do Pânico na Tv
“Tem o bom humor e o mau humor, sabe? Eu acho que nós, mulheres, a gente está sempre mudando de humor. Uma pessoa bem-humorada é uma pessoa açucarada, uma pessoa que come muito doce. O açúcar dá muito bom humor para mim. Mas eu gosto do mau humor também.”
RAFAEL CORTEZ, do CQC
“Humor é uma coisa que transcende os limites daquilo que se conhece como humor. As pessoas acham que humor é simplesmente tudo que é engraçado. Mas tem muita coisa que não é engraçada, que provoca em mim reações muito mais fortes do que uma simples piada.”
DANILO GENTILI, do CQC
“O humor é a forma que uma pessoa impotente, como eu, tem para se expressar sobre as coisas insignificantes, cruéis, estúpidas e atormentadas deste mundo. Mas, sendo mais sincero, hoje em dia humor é a forma como eu ganho dinheiro.”
MARCELO ADNET, do 15 Minutos
Não descobri ainda o que é o humor. Acho que é uma forma de expressão e crítica. É achar algo subliminar, que está na sua frente, e traduzir isso em algo engraçado. Mas será que alguém sabe o que é o humor? É difícil essa pergunta.”

Os 3 programas passam todas as semanas em 3 emissoras diferentes. E, apesar das diferenças no jeito de contar piada, todos os 3 têm o mesmo objetivo: fazer rir. Como eles fazem isso e por que [sic] você dá risada no final são perguntas que até pouco tempo atrás ninguém sabia responder ao certo. Hoje, pesquisadores já encaram o ato de rir como assunto sério e digno de pesquisa. E é por isso que vamos tentar entendê-lo agora. Leia Mais »
Por Renata Palladino, Caroline Bento e Thaise Temoteo
O terceiro dia do IV Festival Internacional de Televisão foi o dia mais esperado pelo público, ansioso para assistir ao debate sobre as novas formas de humor na TV brasileira. O evento contou com a presença do apresentador e do diretor do CQC – Marcelo Tas e Diego Barredo, respectivamente -; com a gerente de programação da MTV, Raquel Affonso; com o apresentador do programa 15 minutos, Marcelo Adnet e também com a apresentadora do programa Pânico na TV, Sabrina Sato. O debate foi mediado pela coordenadora executiva do IETV, Juliane Leite.
Raquel Affonso começou o debate apresentando os melhores momentos de humor da MTV nos últimos dez anos, enquanto Marcelo Tas, Marcelo Adnet e Sabrina Sato responderam perguntas do público, a maioria referente a momentos curiosos de seus programas ou contratempos de suas carreiras. Muito foi discutido: o papel da mulher no humor, a dificuldade de implantar um programa como o CQC no Brasil, os processos judiciais que esses tipos de programas sofrem, a falta de liberdade e excessos de limitações, entre outros assuntos.
O debate desenvolveu-se com muitas perguntas dos convidados e concentrou-se em falar sobre a necessidade de inovação do conteúdo de humor na TV. Os três programas em questão – CQC, 15 minutos e Pânico na TV – contam com uma substância pouquíssimo utilizada na maioria dos roteiros: a improvisação. Segundo Raquel Affonso, o fato da MTV conter uma equipe pequena facilita a ousadia e o humor transgressor, que são a marca da emissora. Tas e Adnet completaram dizendo que a televisão brasileira não arrisca por “pura burrice” e que hoje, o público quer ser surpreendido, quer ver o erro, as tentativas e não apenas o certo, o “quadrado”. Raquel ressaltou o projeto diferencial da MTV em trazer materiais interessantes da internet para a TV e que essa convergência é saudável para a audiência, principalmente com as inovações tecnológicas. Além disso prometeu mais ousadia para 2009 na emissora. Hoje, para se produzir algo como os programas aqui representados, precisa-se do suporte da emissora, concluiu Marcelo Tas.
Em suma, e em tempos de tantos avanços tecnológicos – e por conseqüência, de conteúdo -, o que se sabe é que a cada dia a televisão brasileira demanda um conteúdo de humor mais inovador, mais crítico e mais inteligente.
Fonte: Festival Internacional de Televisão
Nota de Santi: resumo da ópera.










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