O Z.É da semana passada iniciou de uma forma diferente e, acredito, que nunca vista. Devido a um atraso imprevisto de Heloisa Perissé, a atriz convidada da noite, Fernando Caruso e Cláudio Torres Gonzaga agraciaram o público com seus ótimos textos de stand-up comedy e Gustavo Pereira, músico do Z.É., fez um número musical do espetáculo “MusiComédia”, que integra juntamente com Caruso e Gregório. Foi um bônus para o público que se divertiu ainda mais e pode conferir “Comédia em Pé”, “MusiComédia” e “Z.É.” em uma só noite! O valor do ingresso valeu ainda mais a pena.
Às 21h30, finalmente teve início o Z.É. Como não poderia faltar uma piada para o atraso de uma hora, a desculpa foi que a produção não sabia que havia começado o horário de verão.
ESQUETE: “Felizes para sempre ou até 6 meses depois… o que vier primeiro”
A história era um conto de fadas, no qual Heloisa era uma princesa, Queiroga, o narrador e, depois, a bruxa, Adnet, Caruso e Gregório, três animais da floresta. A princesa era uma pessoa um tanto perturbada e os animais estranharam muito essa situação. Um dos ótimos diálogos (com grande influência nerd) foi:
Bruxa: Aceita maçã?
Princesa: Sim. Na minha casa não tenho nem PC.
Apple, PC, Microsoft… entendeu?!
AULA
O primeiro “jogo” proposto por Cláudio Torres Gonzaga foi “Escala musical”. Não era bem um jogo e é praticamente impossível explicar o que foi esse momento. Só quem estava lá sabe como foi engraçado e estranho. Caso alguém consiga explicar, coloque nos comentários desse post.
No segundo jogo, Adnet, Caruso e Queiroga deveriam pegar 2 papéis, cada um, nos quais estavam escritos nomes de objetos que eles deveriam encaixar na cena que tinha como tema “Chapeuzinho vermelho”. Os objetos foram os mais improváveis, entre eles: óculos escuros, balde, secador de cabelo e cesta de frutas.
O próximo jogo desenvolveu-se em uma “sinuca”. Os atores deveriam fazer uma atividade nada a ver (montar um Lego) nesse ambiente e a Heloisa deveria descobrir essa atividade. Foi muito divertido, pois ela não conseguia descobrir de forma alguma o que eles estavam fazendo, que apelaram dizendo: “Qual seria o masculino de Lega?”.
No último jogo, Heloisa era um comandante do batalhão do BOPE e os atores criavam empecilhos para o plano dessa comandante. Cada um era uma personagem: Branca de Neve, bailarina, odaliscas e vendedora de balas. Queiroga, que encontrava-se no fim da fila dos soldados, arrematou o jogo dizendo: “Ih, achei que aqui era a fila do banco…”.
JOGOS
O “Jogo de Perguntas” se passou em um bandejão e nos “Adereços” as duplas foram: Caruso e Gregório, Adnet e Heloisa.
O tema da “Roda de Poesia” foi “churros”. A rima mais improvável ficou para Queiroga, que deveria rimar alguma palavra com Pretzel, dito por Adnet. E ele o fez: “Feito pelo Rezel”.
No jogo das “Frases”, Heloisa e Caruso deveriam desenvolver a seguinte situação: uma adolescente está insegura, porque acha que deu pela primeira vez e vai conversar com a mãe sobre isso. Um diálogo ótimo e cheio de ambigüidade foi:
Heloisa: Vaca tropeça?
Caruso: Não sei, mas se tropeçar, bebe o leitinho…
O tema da “Coletânea de CDs” foi “freguês”. Para começar, tivemos Jorge Ben Jor, que disse nunca ter sido freguês, com a música: “É a freguesia ou freguesaera”. Adnet mostrou, mais uma vez, que conhece muito bem o Rio de Janeiro encaixando na letra os bairros da Freguesia, Jacarepaguá, Madureira e Cascadura. Em seguida, veio o Jota Quest com o sucesso “Encontrar freguês”, cantando como era vender sunga em BH, que não tem praia e os versos: “Vou vender o que você quer/Até 140 caracter” (sic). O grande Cazuza mostrou sua insatisfação com “O fedor da freguesia” e cantou: “Que cheiro, que horror/De suvacôôôô” e “Desodorante ninguém usou/Um banho ninguém tomou”. Para encerrar, o axé da banda Aracrédito que iria “falar do freguês que tenta comprar fiado e faz 18 desculpas possíveis para não pagar” (sugestão impossível do Caruso). A neguinha fez a coreografia da dança do “Posso passar o cartão?” em meio aos versos: “Primeira lição: Tira e coloca/ Não é o que você está pensando, isso é só uma troca”, “Pega a bala e engana/Isso é na Loja Americana” e “Aha, uhu/Tem uma bala Juquinha no meio do meu…”.
DESAFIOS
- Coisas que você não gostaria de ouvir do seu irmão gêmeo:
“Acorda, temos uma novela para fazer” (Queiroga)
- Piores coisas para gritar enquanto dirige um bate-bate:
“Tô batendo em todo mundo, sou mulher mesmo…” (Gregório)
- O que você não diria para o seu seqüestrador:
“Todo bandido que eu conheço é viado” (Adnet)
- Piores coisas para se ler num lava-jato:
“Lava jato e aviões” (Caruso)
“Lembramos que Fusca não é carro” (Queiroga)
- Piores momentos para consumir drogas:
“(Pulando) Bisturi, ecstasy…” (Adnet)
- Confissões que você não faria ao padre:
“(Voz de criança) Padre, eu pequei. Estou me relacionando com outro padre” (Queiroga)
“Padre, eu roubei o GPS, você vai se perder com os balões” (Gregório)
- Piores coisas para se escrever num guardanapo de bar:
“Tô sem dinheiro, mas vou anotar aqui a senha da minha conta…” (Caruso)
- Piores portais mágicos do mundo:
“Olha, uma portal mágico do tempo… Olha, uma portal mágico do tempo… Olha, uma portal mágico do tempo…” (Caruso)
E HOJE…
Dia 27/10 (HOJE), às 20h30, no Vivo Rio
CONVIDADOS: George Sauma (Tatalo, do “Toma lá dá cá”) e Roberto Bomtempo
Imprima sua filipeta e pague somente R$ 10 no setor 2.













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A melhor fala da esquete: “tô cagando e andando pra não fazer monte”. HASUIHAS
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Mt boa msm, Anna!
Essa fala ela retirou da personagem Miss Mossoró, do Cócegas, que ela própria faz.
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